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1 mês

China impõe lockdown a 112 mil pessoas após descoberta de casos de covid-19

China tem adotado política de buscar manter covid-19 absolutamente controlada, sem nenhum caso comunitário - Costfoto/Barcroft Media via Getty Images
China tem adotado política de buscar manter covid-19 absolutamente controlada, sem nenhum caso comunitário Imagem: Costfoto/Barcroft Media via Getty Images

Ryan Woo, Roxanne Liu e Liangping Gao

Em Pequim (China)

19/10/2021 10h45Atualizada em 19/10/2021 11h21

A China relatou nove casos novos de covid-19 transmitidos domesticamente no dia 18 de outubro, a maior cifra diária desde o final de setembro, e o surto mais recente levou duas áreas da fronteira do norte a imporem lockdowns.

Conforme a diretriz nacional de tolerância zero de focos domésticos de coronavírus, cidades com infecções novas rastreiam e examinam rapidamente os contados dos infectados e isolam áreas de risco maior.

Cinco dos nove casos novos locais foram encontrados em Xian, cidade do noroeste situada na província de Shaanxi, e dois na Mongólia Interior, região do norte chinês, mostraram dados de hoje do NHC (Comissão Nacional de Saúde, na sigla em português).

Erenhot, cidade da Mongólia Interior que faz fronteira com a Mongólia, aconselhou seus 76 mil moradores a só saírem de seus complexos residenciais quando necessário.

Até a manhã de hoje, ela havia relatado quatro casos locais em relação ao período transcorrido desde 13 de outubro.

Viagens para dentro e fora da cidade estão proibidas, exceto para veículos essenciais com autorização oficial, disse a autoridade de saúde de Erenhot.

Ejina Banner, uma divisão administrativa de outra parte da Mongólia Interior, fechou todos os canais de entrada e saída, lançou um esquema de exames de seus 36 mil habitantes e suspendeu as aulas, segundo autoridades locais.

Ejina encontrou cinco casos novos locais do surto mais recente até a manhã de hoje. Todos são contatos próximos de dois pacientes descobertos em Xian no dia 17 de outubro, disse a autoridade local.

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