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Atentado em bar gay em Oslo não irá conter luta por direitos iguais, diz premiê norueguês

Homenagem às vítimas de ataque em Oslo, na Noruega - Reprodução/Twitter Véronique Revoy
Homenagem às vítimas de ataque em Oslo, na Noruega Imagem: Reprodução/Twitter Véronique Revoy

Gwladys Fouche

26/06/2022 14h05

O atentado violento cometido por um atirador em um bar gay e em outro local na região central de Oslo no sábado não irá colocar fim à luta pelos direitos de todos os indivíduos para viver uma vida livre e segura, afirmou o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Stoere, neste domingo.

A polícia interrogou neste domingo o suspeito, um cidadão norueguês de origem iraniana de 42 anos, pela segunda vez desde que o homem foi preso.

O suspeito, que a polícia descreveu como um islamita radicalizado com um histórico de problemas psiquiátricos, é acusado de assassinar duas pessoas e ferir 21 no sábado, quando Oslo deveria realizar sua parada do Orgulho LGBT+.

Ao discursar em uma cerimônia especial realizada na catedral de Oslo, Stoere disse que o ataque pode ter colocado fim ao desfile oficial, que foi cancelado após o ataque, mas não encerrou a luta "contra a discriminação, os preconceitos e o ódio".

O premiê, vestido de preto, falou sobre as milhares de pessoas que protestaram de maneira espontânea no sábado nas ruas de Oslo, balançando bandeiras arco-íris e colocando flores na cena do crime para homenagear as vítimas.

"Durante o dia, a cidade ficou cheia de pessoas que queriam se expressar, sobre suas tristezas e raivas, mas também sobre apoio e solidariedade e sobre a disposição para continuar lutando pelo direito de cada indivíduo em viver uma vida livre e segura", disse.

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