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Covid: Reino Unido aprova vacina da Moderna contra ômicron e subvariantes

subvariante BA.2, ômicron, covid-19, coronavírus - iStock
subvariante BA.2, ômicron, covid-19, coronavírus Imagem: iStock

15/08/2022 11h14Atualizada em 15/08/2022 11h39

A agência reguladora britânica de medicamentos anunciou nesta segunda-feira (15) a aprovação de uma nova vacina contra a Covid-19 do laboratório americano Moderna, que tem como alvo a variante ômicron, uma novidade mundial, segundo a empresa farmacêutica.

A versão consiste em uma dose de reforço "bivalente", ou seja, metade protege contra a cepa original do vírus e a outra metade contra a variante ômicron.

A fórmula "produz uma forte resposta imunológica" contra ambas, incluindo as subvariantes da ômicron BA.4 e BA.5, informou a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA, na sigla em inglês) do Reino Unido.

O novo produto foi aprovado para as "doses de reforço nos adultos", acrescentou a agência britânica, que concluiu que a nova vacina "cumpre com os parâmetros de segurança, qualidade e eficácia".

Os efeitos colaterais são "tipicamente leves" e similares aos observados nas vacinas originais contra a doença, segundo a MHRA.

O CEO da Moderna, Stéphane Bancel, destacou o "papel importante" que pode ser desempenhado pela "nova geração" de vacinas na proteção contra a Covid-19. Ele destacou que o Reino Unido é o primeiro país a aprovar uma vacina bivalente contra a ômicron, a variante de maior presença na Europa.

Outras vacinas devem ser aprovadas em breve

Na semana passada, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) anunciou que uma vacina anticovid da Pfizer/BioNTech contra duas subvariantes da cepa ômicron, a BA.4 e a BA.5, pode ser aprovada nos próximos meses.

A Comissão Europeia reservou, na semana passada, com a Moderna, 15 milhões de doses adicionais da nova versão de sua vacina contra a Covid-19. Estas doses fazem parte da encomenda global de 460 milhões de doses à empresa americana, em nome dos 27 Estados membros, pela Comissão desde o início da pandemia.

(Com informações da AFP)