Advogados dizem que, pelos critérios do MPF, Lula deveria ser denunciado por mensalão
Camila Campanerut*
Do UOL, em Brasília
O advogado Délio Lins e Silva Filho, que faz a defesa do ex-tesoureiro do Partido Liberal, Jacinto Lamas, disse que, se o Ministério Público Federal estendesse o mesmo critério que usou para denunciar seu cliente para outros citados nos depoimentos, deveria pedir a condenação do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. A afirmação foi feita nesta sexta-feira (10), durante o sétimo dia do julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), em Brasília.
O julgamento do mensalão no STF
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- 3.mai.2013 - O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) ministro Joaquim Barbosa discursa em evento da Unesco sobre liberdade de imprensa, em San José, na Costa Rica. No evento, ele avaliou que a chance de os embargos de declaração mudarem a sentença do mensalão é muito pequena Francisco Jordão/FolhaPress Mais
- 23.abr.2013 - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski, presidente interino da Suprema Corte, presise sessão da 2ª turma do tribunal, nesta terça-feira (23). Lewandowski afirmou que não se pode ter "pressa" para concluir o julgamento do mensalão, que entra agora na fase de recursos Fellipe Sampaio/STF Mais
- Primeira página do acórdão do julgamento do mensalão no STF, publicado nesta segunda-feira Reprodução Mais
- 17.abr.2013 - Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) julgam pedidos de defesa dos réus do mensalão. O plenário da Casa decidiu nesta quarta-feira (17) ampliar de cinco para dez dias o prazo para a defesa dos condenados no julgamento do mensalão apresentar recursos após a publicação do acórdão Nelson Junior/SCO/STF Mais
- 17.jan.2013 - PT realiza jantar em Brasília para pagar multas de condenados no mensalão Roberto Jayme/UOL Mais
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- 17.jan.2013 - PT realiza jantar em Brasília para pagar multas de condenados no mensalão Roberto Jayme/UOL Mais
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- 17.dez.2012 - Depois de ficar internado por dois dias na semana passada, o ministro do STF Celso de Mello participa da sessão da corte que decide sobre a perda de mandato parlamentar dos deputados condenados no processo do mensalão Sergio Lima/Folhapress Mais
- 17.dez.2012 - O ministro Ricardo Lawandowski (no centro) conversa com a ministra Rosa Weber durante sessão do STF (Supremo Tribunal Federal) que analisa a perda de mandato parlamentar dos deputados condenados no processo do mensalão Antônio Araújo/UOL Mais
- 17.dez.2012 - Os ministros Ricardo Lawandowski (à dir.) e Marco Aurélio (à esq.) participam de sessão do STF que decide sobre a perda de mandato parlamentar dos deputados condenados no processo do mensalão Antônio Araújo/UOL Mais
- 17.dez.2012 - O ministro Celso de Mello (à dir.) profere seu voto durante sessão de julgamento do mensalão que analisa se cabe ao Supremo ou à Câmara determinar a perda de mandato dos deputados federais condenados Antônio Araújo/UOL Mais
- 17.dez.2012 - O presidente do STF e relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, chega para a sessão da corte que retoma a análise sobre se cabe ao Supremo ou ao Legislativo decretar a perda de mandato dos deputados federais condenados Antônio Araújo/UOL Mais
- 17.dez.2012 - O ministro do STF Celso de Mello profere seu voto durante sessão de julgamento do mensalão que deverá decidir se cabe ao Supremo ou à Câmara determinar a perda de mandato dos deputados federais condenados Antônio Araújo/UOL Mais
- 17.dez.2012 - O presidente do STF e relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, participa de sessão da corte que retoma a análise sobre se cabe ao Supremo ou ao Legislativo decretar a perda de mandato dos deputados federais condenados Antônio Araújo/UOL Mais
- 17.dez.2012 - A ministra do STF Cármen Lúcia participa de sessão da corte que retoma a análise sobre se cabe ao Supremo ou ao Legislativo decretar a perda de mandato dos deputados federais condenados Antônio Araújo/UOL Mais
- 12.dez.2012 - O ministro Marco Aurélio Mello dá entrevista aos jornalistas em intervalo de sessão do STF. O Supremo não julgou o processo do mensalão nesta quarta-feira devido à ausência do ministro Celso de Mello Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.dez.2012 - O ministro Marco Aurélio Mello dá entrevista aos jornalistas em intervalo de sessão do STF. O Supremo não julgou o processo do mensalão nesta quarta-feira devido à ausência do ministro Celso de Mello Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - Presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), afirma em coletiva no aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP), que poderá contrariar a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre qual órgão deverá julgar os deputados envolvidos no mensalão Eduardo Knapp/Folhapress Mais
- 10.dez.2012 - O ministro-revisor do mensalão, Ricardo Lewandowski (à esq.), o ministro Dias Toffoli e a ministra Rosa Weber participam de sessão do julgamento que analisa se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - (Da esq. para dir.) O ministro do STF Marco Aurélio, o ministro-revisor do mensalão, Ricardo Lewandowski, o ministro Dias Toffoli e a ministra Rosa Weber participam de sessão do julgamento que analisa se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O ministro Celso de Mello participa de sessão do julgamento do mensalão que analisa se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O ministro-revisor do mensalão, Ricardo Lewandowski (à esq.) e o ministro Dias Toffoli participam de sessão do julgamento que analisa se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O ministro do STF Gilmar Mendes (à esq.) e o ministro Celso de Mello participam de sessão de julgamento do mensalão na qual é discutida se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - Os ministros do STF Dias Toffoli (à dir.), Cármen Lúcia e Luiz Fux (à esq.) chegam ao plenário para sessão de julgamento do mensalão Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O ministro-revisor do mensalão, Ricardo Lewandowski (à esq.), e o ministro-relator do processo, Joaquim Barbosa (à dir.), participam de sessão do julgamento que analisa se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no mensalão Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O ministro do STF Gilmar Mendes (ao fundo) participa de sessão de julgamento do mensalão na qual é discutida se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O presidente do STF e ministro-relator do mensalão, Joaquim Barbosa, participa de sessão do julgamento que analisa se cabe ao Supremo determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O presidente do STF e ministro-relator do mensalão, Joaquim Barbosa, participa de sessão do julgamento que analisa se cabe ao Supremo determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - A ministra Rosa Weber participa de sessão do julgamento do mensalão que analisa se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O ministro Marco Aurélio participa de sessão do julgamento do mensalão que analisa se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - A ministra Cármen Lúcia participa de sessão do julgamento do mensalão que analisa se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O ministro Luiz Fux participa de sessão do julgamento do mensalão que analisa se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O ministro Dias Toffoli participa de sessão do julgamento do mensalão que analisa se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O ministro-revisor do mensalão, Ricardo Lewandowski, participa de sessão do julgamento que analisa se cabe ao STF determinar a perda de mandato dos deputados condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, entra no plenário da corte para sessão de julgamento do processo do mensalão, seguido dos ministros Marco Aurélio, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O presidente do STF e ministro-relator do mensalão, Joaquim Barbosa, participa de sessão que discute se caberá à corte ou à Câmara definir a perda de mandato dos deputados federais condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - O presidente do STF e ministro-relator do mensalão, Joaquim Barbosa, participa de sessão que discute se caberá à corte ou à Câmara definir a perda de mandato dos deputados federais condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - A ministra Rosa Weber participa de sessão no STF que discute se caberá à corte ou à Câmara definir a perda de mandato dos deputados federais condenados no processo do mensalão Roberto Jayme/UOL Mais
- 10.dez.2012 - Plenário do STF durante sessão de julgamento do mensalão. Os ministros discutem nesta segunda-feira (10) se caberá à corte ou à Câmara definir a perda de mandato dos deputados federais condenados no processo Roberto Jayme/UOL Mais
- 6.dez.2012 - Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio (à esq.) e Ricardo Lewandowski (à dir.) participam de sessão de julgamento do mensalão. Nesta quinta-feira (6), os ministros analisam a revisão do valor das multas aplicadas aos condenados no processo Alan Marques/Folhapress Mais
- 6.dez.2012 - O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, participa de sessão de julgamento do mensalão. Nesta quinta-feira (6), Barbosa deixou o plenário no intervalo da sessão para ir ao velório do arquiteto Oscar Niemeyer, no Palácio do Planalto Alan Marques/Folhapress Mais
- 6.dez.2012 - O ministro Luiz Fux participa de sessão de julgamento do mensalão. Nesta quinta-feira (6), os ministros analisam a revisão do valor das multas aplicadas aos condenados no processo Alan Marques/Folhapress Mais
- 6.dez.2012 - O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, participa de sessão de julgamento do mensalão. Nesta quinta-feira (6), Barbosa deixou o plenário no intervalo da sessão para ir ao velório do arquiteto Oscar Niemeyer, no Palácio do Planalto Alan Marques/Folhapress Mais
- 6.dez.2012 - Plenário do STF durante sessão de julgamento do mensalão. Nesta quinta-feira (6), os ministros analisam a revisão do valor das multas aplicadas aos condenados no processo Alan Marques/Folhapress Mais
- 5.dez.2012 - Os ministros do STF Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Mello, da esquerda para a direita, acompanham a 50ª sessão de julgamento do mensalão Antônio Araújo/UOL Mais
- 5.dez.2012 - Os ministros do STF Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Mello, da esquerda para a direita, acompanham a 50ª sessão de julgamento do mensalão Antônio Araújo/UOL Mais
- 5.dez.2012 - O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão, participa da 50ª sessão de julgamento do caso Antônio Araújo/UOL Mais
- 5.dez.2012 - O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa (à frente), chega ao plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) para a 50ª sessão de julgamento do mensalão. A previsão é de que seja colocado em pauta a perda de mandato dos deputados condenados e os possíveis ajustes nas penas e nas multas aplicadas Antônio Araújo/UOL Mais
- 5.dez.2012 - O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa (à dir.), e o ministro Ricardo Lewandoski (à esq.), relator e revisor do processo do mensalão, chegam ao plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) para a 50ª sessão de julgamento do processo Antônio Araújo/UOL Mais
- 5.dez.2012 - O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão, participa da 50ª sessão de julgamento do caso, na qual deve ser discutida a perda de mandato dos deputados condenados e possíveis ajustes nas penas e nas multas aplicadas Antônio Araújo/UOL Mais
- 5.dez.2012 - O recém-empossado ministro Teori Zavascki (à esq.) acompanha a 50ª sessão de julgamento do mensalão, primeira sessão plenária do STF da qual ele participa. Não era esperada a participação de Zavaski no julgamento, pois o ministro já havia afirmado que não participaria desta parte final do julgamento do processo Antônio Araújo/UOL Mais
- 5.dez.2012 - O ministro Celso de Mello (ao fundo) e a ministra Cármen Lúcia participam da 50ª sessão de julgamento do mensalão, na qual deve ser discutida a perda de mandato dos deputados condenados e os possíveis ajustes nas penas e nas multas aplicadas Antônio Araújo/UOL Mais
- 5.dez.2012 - Plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) durante a 50ª sessão de julgamento do mensalão. A previsão é de que os ministros analisem nesta quarta-feira a perda de mandato dos deputados condenados e os possíveis ajustes nas penas e nas multas aplicadas Antônio Araújo/UOL Mais
- 5.dez.2012 - O ministro Marco Aurélio (à esq.) e o ministro Ricardo Lewandowski participam da 50ª sessão de julgamento do mensalão, na qual deve ser discutida a perda de mandato dos deputados condenados e os possíveis ajustes nas penas e nas multas aplicadas Antônio Araújo/UOL Mais
- 28.nov.2012 - Imagem da lua cheia na Praça dos Três Poderes, em Brasília, com a estátua da Justiça que fica na frente do prédio do STF (Supremo Tribunal Federal) e a bandeira do Brasil ao fundo. Nesta quarta-feira, os ministros do STF concluíram a definição das penas para os 25 réus condenados no processo do mensalão. Treze deles irão para a prisão, incluindo o ex-ministro José Dirceu (PT) Sergio Lima/Folhapress Mais
- 28.nov.2012 - O ministro do STF Gilmar Mendes acompanha sessão de julgamento do processo do mensalão. Nesta quarta-feira, os ministros do STF fixaram a pena do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), delator do esquema, em 7 anos e 14 dias de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - O ministro Marco Aurélio acompanha sessão de julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal). Nesta quarta-feira, os ministros do STF fixaram a pena do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), delator do esquema, em 7 anos e 14 dias de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - O presidente do STF, e ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, durante sessão do julgamento, nesta quarta-feira. Os ministros do STF fixaram a pena do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), delator do esquema, em 7 anos e 14 dias de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - Os ministros Joaquim Barbosa e Marco Aurélio voltam ao plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) para mais uma sessão de julgamento do mensalão. Nesta quarta-feira, os ministros do STF fixaram a pena do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), delator do esquema, em 7 anos e 14 dias de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - O ministro Celso de Mello acompanha a sessão do STF (Superior Tribunal Federal) que define as três últimas penas dos condenados no processo do mensalão: as do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e do ex-tesoureiro informal do PTB Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - Joaquim Barbosa, ministro-relator no processo do mensalão, durante sessão do STF (Superior Tribunal Federal) que define as três últimas penas: as do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e do ex-tesoureiro informal do PTB Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - Os ministros Dias Toffoli e Rosa Weber acompanham a sessão de julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) que define as três últimas penas dos condenados no processo do mensalão: as do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e do ex-tesoureiro do PTB Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia acompanha a sessão que define as três últimas penas dos condenados no processo do mensalão: as do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e do ex-tesoureiro informal do PTB Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Rosa Weber acompanha a sessão do julgamento do mensalão que define as três últimas penas do caso: as do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e do ex-tesoureiro informal do PTB Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - Imagem do plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) durante sessão de julgamento do mensalão que deverá fixar as penas do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e do ex-tesoureiro do PTB Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio, Ricardo Lewandoski, Dias Toffoli e Rosa Weber (da esquerda para a direita) acompanham a sessão de julgamento do mensalão que deverá fixar as penas do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e do ex-tesoureiro do PTB Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - Os ministros do STF Luiz Fux e Cármen Lúcia observam a sessão de julgamento do mensalão que deverá fixar as penas do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e do ex-tesoureiro do PTB Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - Os ministros do STF Marco Aurélio Mello (à esq.) conversa com o ministro-revisor do processo do mensalão Ricardo Lewandowski (à dir.), durante sessão que deverá fixar as penas do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e do ex-tesoureiro do PTB Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello conversa durante a sessão de julgamento do mensalão que deverá fixar as penas do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e do ex-tesoureiro informal do PTB Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL Mais
- 28.nov.2012 - Joaquim Barbosa, ministro-relator no processo do mensalão, durante sessão do STF (Superior Tribunal Federal) que define as três últimas penas: as do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e do ex-tesoureiro informal do PTB Emerson Palmieri Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - O ministro do STF Marco Aurélio acompanha sessão do julgamento do mensalão, em Brasília Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - O ministro do STF Dias Toffoli acompanha sessão do julgamento do mensalão, em Brasília Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - Na 48ª sessão de julgamento do processo do mensalão, o recém-empossado presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e relator do caso, Joaquim Barbosa (foto), retoma nesta segunda-feira (26) a definição das penas dos nove réus que ainda não conhecem suas punições Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - O ex-deputado federal Romeu Queiroz (PTB-MG) foi condenado nesta segunda-feira (26) pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 6 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, além de multa no valor de R$ 792 mil Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - O deputado Pedro Henry (PP-MT) foi condenado nesta segunda-feira (26) pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 7 anos e 2 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por conta da sua participação no esquema do mensalão Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - A ministra do STF Rosa Weber participa de sessão do julgamento do mensalão, em Brasília Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - O ministro do STF Gilmar Mendes durante a 48ª sessão de julgamento do processo do mensalão Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - A ministra do STF Carmen Lúcia participa de sessão do julgamento do mensalão, em Brasília Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - O ministro do STF Luiz Fux durante a 48ª sessão de julgamento do processo do mensalão Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - O ministro-revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) condenaram o ex-deputado José Borba a 2 anos e 6 meses de prisão pelo crime de corrupção passiva, que poderá cumprir a pena em regime aberto na sessão desta segunda-feira (26) Roberto Jayme/UOL Mais
- 26.nov.2012 - Na 48ª sessão de julgamento do processo do mensalão, o recém-empossado presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e relator do caso, Joaquim Barbosa, retoma nesta segunda-feira (26) a definição das penas dos nove réus que ainda não conhecem suas punições. Outros 16 condenados já tiveram suas penas determinadas pelo tribunal Roberto Jayme/UOL Mais
- 21.nov.2012 - O ministro-revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski, participa da sessão de julgamento do caso no STF (Supremo Tribunal Federal) que fixa as penas dos réus condenados. Os ministros do STF determinaram a pena de 3 anos e 8 meses de prisão, além de 10 dias-multa a Rogério Tolentino, advogado do publicitário Marcos Valério, pelo crime de lavagem de dinheiro, na sessão desta quarta-feira Carlos Humberto/STF Mais
- 21.nov.2012 - Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Antônio Dias Toffoli (ao fundo) e Joaquim Barbosa, durante sessão de julgamento do mensalão nesta quarta-feira. O STF condenou por lavagem de dinheiro o ex-tesoreiro do PL (atual PR) Jacinto Lamas, que à época assessorava o deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), a 5 anos de prisão, mais 200 dias-multa (cada dia-multa equivalente a cinco salários mínimos em valores vigentes à época) Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Mais
- 21.nov.2012 - A ministra Carmen Lúcia (à esq.), o ministro Gilmar Mendes (centro) e o ministro Celso de Mello acompanham a sessão do julgamento do mensalão, nesta quarta-feira Antônio Araújo/UOL Mais
- 21.nov.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão Joaquim Barbosa (à dir.) retoma o julgamento, nesta quarta-feira, agora como presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), após a aposentadoria do ministro Carlos Ayres Britto Antônio Araújo/UOL Mais
- 14.nov.2012 - Manifestante vestido de Papai Noel carrega placa do lado de fora do Supremo Tribunal Federal, durante julgamento do mensalão. "Ho Ho Ho..o procurador acertou e o STF condenou" Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, participa de sessão no STF, em Brasília. O ex-vice-presidente do Banco Rural José Roberto Salgado foi condenado pelo STF a 16 anos e 8 meses de prisão e multa de R$ 926.400 pelos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - Em destaque, o ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, participa de sessão no STF, em Brasília, ao lado dos ministros Marco Aurélio e Cármen Lúcia. Cármen acompanhou todo o voto de Barbosa no item sobre fixação da pena e da multa para José Roberto Salgado, ex-dirigente do banco Rural, por lavagem de dinheiro Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - O ministro-revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski (à esq.), o ministro Gilmar Mendes (centro), e o ministro Celso de Mello acompanham sessão de julgamento do mensalão, em Brasília. Enquanto oito réus do caso já têm punições definidas, o Supremo tenta concluir a fixação das penas dos ex-dirigentes do Banco Rural José Roberto Salgado e Vinícius Samarane Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - Ministros do Supremo Tribunal Federal acompanham sessão de julgamento do mensalão, em Brasília. O ministro Marco Aurélio (à esq.) pediu à Suprema Corte que disponibilizasse aos ministros uma tabela com informações sobre todos os julgados e todas as penas, de forma sintética Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto (à esq.) conversa com o ministro Celso de Mello antes de entrar no plenário para sua última sessão no STF. No próximo dia 18, Britto, completa 70 anos, idade limite para exercer a magistratura no Brasil, e irá se aposentar Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - Em destaque, o ministro-revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski, acompanha sessão no STF. "A tarefa de julgar é uma das mais nobres dos ser humano e uma das atividades que deve ser exercida com o maior cuidado, com a maior parcimônia", afirmou no plenário Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, participa de sessão no STF, em Brasília. Barbosa começa a analisar as penas de José Roberto Salgado, ex-dirigente do Banco Rural. A primeira pena a ser analisada é a de formação de quadrilha Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - Em sua última sessão no STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Ayres Britto disse, ao se despedir, que se considera um homem feliz e que o tempo na Corte passou muito rápido. Ao citar nominalmente todos seus convidados, entre parentes, ministros, colegas de trabalho, agradeceu o apoio de todos em sua trajetória no Judiciário brasileiro Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - Antes do início do julgamento do mensalão, o ministro Celso de Mello pede a palavra para fazer uma homenagem ao ministro Ayres Britto, que faz hoje sua última sessão como presidente do Supremo Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - Advogados e público acompanham sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal que define pena para ex-dirigentes do Banco Rural Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto, dá início à sessão de julgamento do mensalão que define pena de ex-dirigentes do Banco Rural Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto, faz a primeira entrada no plenário para sua última sessão no STF. No próximo dia 18, Britto, completa 70 anos, idade limite para exercer a magistratura no Brasil, e irá se aposentar Roberto Jayme/UOL Mais
- 14.nov.2012 - O ex-ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos acompanha sessão do julgamento do mensalão no plenário do STF, em Brasília Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - Projeção em prédio de São Paulo ironiza condenação de José Dirceu no julgamento do mensalão. O trecho projetado é do poema "E agora, José?", do escritor Carlos Drummond de Andrade. O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu foi condenado à pena de dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. O ex-ministro ainda terá de pagar multa de R$ 676 mil Reprodução/ProjetaSP Mais
- 12.nov.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, retoma sessão no STF, em Brasília. Durante leitura da pena de Delúbio Soares, Barbosa destacou que o ex-tesoureiro do PT era "incumbido de indicar a Marcos Valério quem, quando e quanto deveria ser pago a título de propina, para efeito de corrupção no legislativo" Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O ministro do STF Luiz Fux limpa o rosto após retomada de sessão de julgamento do mensalão, em Brasília. Os ministros condenaram o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares a oito anos e onze meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - Após um bate-boca com o ministro-relator, Joaquim Barbosa, no início da sessão - a respeito da ordem de votação -, o ministro-revisor, Ricardo Lewandowski )à esq.), volta ao plenário Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto, retoma sessão do julgamento do mensalão, em Brasília Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O ministro-revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski (centro), fala ao celular do lado de fora do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Durante sessão no STF, Lewandowski discutiu com o ministro-relator, Joaquim Barbosa, e deixou o plenário Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - Os ministros do Supremo Tribunal Federal Marco Aurelio e Cármen Lúcia riem durante sessão de julgamento do mensalão, em Brasília Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Mais
- 12.nov.2012 - Leonardo Isaac Yarochewsky, advogado de Simone Vasconcelos, ex-secretária de Marcos Valério, acompanha sessão de julgamento do mensalão no STF, em Brasília. No entendimento da maioria do tribunal, Simone era parte da quadrilha de Valério que realizava para o Partido dos Trabalhadores o pagamento a parlamentares Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Mais
- 12.nov.2012 - O ministro do STF Dias Toffoli acompanha sessão do julgamento do mensalão, em Brasília. Durante definição da pena do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu para o crime de corrupção ativa, Toffoli não votou, já que ele e o ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo, absolveram Dirceu Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - A ministra do STF Carmen Lúcia participa de sessão do julgamento do mensalão, em Brasília. Durante definição da pena do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu para o crime de corrupção ativa, a ministra sugeriu uma pena mais branda, de três anos e nove meses, mas foi voto vencido Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - A ministra do STF Rosa Weber participa de sessão do julgamento do mensalão, em Brasília. Os ministros do STF condenaram o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu à pena de dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. O ex-ministro ainda terá de pagar multa de R$ 676 mil Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, participa de sessão no STF, em Brasília. Durante a sessão, Barbosa Barbosa discutiu com o ministro-revisor do processo, Ricardo Lewandowski, e criticou o colega porque, na semana passada, Lewandowski levou vários minutos para ler um artigo de jornal em defesa dos réus do núcleo publicitário Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O ministro do STF Marco Aurélio vota em sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. "Para esfriar o ambiente, acabei derrubando o copo de água", brincou o ministro durante discussão entre o revisor e o relator do processo. Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski trocaram acusações devido à inversão da ordem do julgamento Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O ministro do STF Luiz Fux vota em sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Fux seguiu a pena sugerida pelo relator Joaquim Barbosa e votou pela pena de dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha para o réu José Dirceu Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - Os ministros do STF Gilmar Mendes (à esq.) e Celso de Mello acompanham sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. O STF condenou o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu à pena de dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. O ex-ministro ainda terá de pagar multa de R$ 676 mil Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O ministro-revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski (à dir.), conversa com o ministro do STF Dias Toffoli durante sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O ministro-revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski, acompanha sessão no Supremo Tribunal Federal. Após o relator do processo, o ministro Joaquim Barbosa, mudar ordem de julgamento, Lewandowski deixou o plenário. "Vossa excelência está surpreendendo a corte a cada momento", disse para Barbosa Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - Ministros do STF acompanham sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Os ministros condenaram o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu à pena de dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. O ex-ministro ainda terá de pagar multa de R$ 676 mil Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - Ministros do STF acompanham sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Os ministros condenaram o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu à pena de dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. O ex-ministro ainda terá de pagar multa de R$ 676 mil Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O ministro-revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski, cumprimenta o ministro Celso de Mello durante sessão no STF, em Brasília. Após o relator do processo, o ministro Joaquim Barbosa, mudar ordem de julgamento, Lewandowski deixou o plenário Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, participa de sessão no STF, em Brasília. Durante julgamento das penas do "núcleo político", Barbosa fixou a pena-base de José Dirceu em dois anos e seis meses de reclusão pelo crime de formação de quadrilha, mas aumentou em um sexto, a elevando a dois anos e 11 meses de reclusão Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O ministro do STF Gilmar Mendes (à esq.) conversa com o ministro Celso de Mello durante sessão do julgamento do mensalão, em Brasília. Os ministros do STF condenaram nesta segunda-feira (12) o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu à pena de dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto, participa de sessão do julgamento do mensalão, em Brasília. Após um retrospecto das votações da última sessão, na quinta-feira (8), Britto diz que faltam votar quanto à ré Simone Vasconcellos, pelo crime de lavagem de dinheiro, os ministros Dias Tóffoli, Cármen Lúcia e Marco Aurélio Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - Ministros do STF fazem a primeira entrada no plenário para sessão de julgamento do mensalão. A sessão deve concluir a fixação das penas a serem aplicadas à ré Simone Vasconcelos, ex-diretora administrativa da agência SMP&B, de Marcos Valério, operador do mensalão e do advogado de Valério, Rogério Tolentino Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto, faz sua primeira entrada no plenário para sessão de julgamento do mensalão. A sessão deve concluir a fixação das penas a serem aplicadas à ré Simone Vasconcelos, ex-diretora administrativa da agência SMP&B, de Marcos Valério, operador do mensalão e do advogado de Valério, Rogério Tolentino Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - Ministros do STF aguardam para entrar no plenário para sessão do julgamento do mensalão, em Brasília. A sessão deve concluir a fixação das penas a serem aplicadas à ré Simone Vasconcelos, ex-diretora administrativa da agência SMP&B, de Marcos Valério, operador do mensalão e do advogado de Valério, Rogério Tolentino Roberto Jayme/UOL Mais
- 12.nov.2012 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto, e o ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, aguardam para entrar no plenário para sessão do julgamento do mensalão, em Brasília. Roberto Jayme/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Os ministros do STF condenaram, nesta quinta-feira (8), o publicitário Cristiano Paz, ex-sócio de Marcos Valério, pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro. Já o advogado de Valério, Rogério Tolentino, foi condenado, até agora, a cinco anos e três meses de prisão pelos mesmos crimes. Antes, os ministros resolveram o impasse com relação à pena para Ramon Hollerbach, ex-sócio de Valério, para o crime de evasão de divisas. O réu também foi condenado por corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Os ministros do STF condenaram, nesta quinta-feira (8), o publicitário Cristiano Paz, ex-sócio de Marcos Valério, pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro. Já o advogado de Valério, Rogério Tolentino, foi condenado, até agora, a cinco anos e três meses de prisão pelos mesmos crimes. Antes, os ministros resolveram o impasse com relação à pena para Ramon Hollerbach, ex-sócio de Valério, para o crime de evasão de divisas. O réu também foi condenado por corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Os ministros do STF condenaram, nesta quinta-feira (8), o publicitário Cristiano Paz, ex-sócio de Marcos Valério, pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro. Já o advogado de Valério, Rogério Tolentino, foi condenado, até agora, a cinco anos e três meses de prisão pelos mesmos crimes. Antes, os ministros resolveram o impasse com relação à pena para Ramon Hollerbach, ex-sócio de Valério, para o crime de evasão de divisas. O réu também foi condenado por corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Os ministros do STF condenaram, nesta quinta-feira (8), o publicitário Cristiano Paz, ex-sócio de Marcos Valério, pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro. Já o advogado de Valério, Rogério Tolentino, foi condenado, até agora, a cinco anos e três meses de prisão pelos mesmos crimes. Antes, os ministros resolveram o impasse com relação à pena para Ramon Hollerbach, ex-sócio de Valério, para o crime de evasão de divisas. O réu também foi condenado por corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - O ministro Joaquim Barbosa na segunda entrada no plenário para sessão do julgamento do mensalão, em Brasília Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Os ministros Luiz Fux e Carmén Lúcia na segunda entrada no plenário para sessão do julgamento do mensalão, em Brasília Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - O ministro-revisor Ricardo Lewandowski na segunda entrada no plenário para sessão do julgamento do mensalão, em Brasília Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Os ministros Celso de Mello, Marco Aurélio Mello e o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ayres Britto, na segunda entrada no plenário para sessão do julgamento do mensalão, em Brasília Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) condenaram o publicitário Cristiano Paz, ex-sócio de Marcos Valério, a 25 anos, onze meses e 20 dias de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro na sessão desta quinta-feira (8). Além disso, o condenado terá de pagar uma multa de aproximadamente R$ 2,6 milhões Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 -Na sessão desta quinta-feira (8) do julgamento do mensalão, os ministros do STF também condenaram o ex-advogado e ex-sócio do publicitário Marcos Valério, Rogério Lanza Tolentino, a pelo menos cinco anos de prisão Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) condenaram Ramon Hollerbach, ex-sócio do publicitário Marcos Valério, na sessão desta quinta-feira (8) do julgamento do mensalão, por evasão de divisas, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Ministros resolveram o impasse com relação à pena para Ramon Hollerbach, ex-sócio do publicitário Marcos Valério, para o crime de evasão de divisas, na sessão desta quinta-feira (8) do julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal) Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Ministros Joaquim Barbosa (à esq.) e Luiz Fux (á dir.) em sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Advogados e público acompanham sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal que define penas para os réus do núcleo publicitário Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, em sessão do julgamento do mensalão no STF Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Em destaque, o ministro Luiz Fux (à esq.) acompanha sessão do julgamento do mensalão ao lado dos ministros Joaquim Barbosa (centro) e Marco Aurélio (à dir.) Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto, em sessão do julgamento do mensalão no STF Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Os ministros Marco Aurélio Mello e Joaquim Barbosa chegam para sessão do julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), em Brasília Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Os ministros Ricardo Lewandowski e Joaquim Barbosa chegam para sessão do julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), em Brasília Antônio Araújo/UOL Mais
- 8.nov.2012 - Os ministros Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes e Ayres Britto chegam para sessão do julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), em Brasília Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - O ex-ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos aguarda retomada da sessão do julgamento do mensalão, na ante-sala do plenário do STF, em Brasília Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - Ministros do STF acompanham julgamento do mensalão, em Brasília. A sessão teve novos atritos entre ministros, e uma nova planilha organizada pelo relator, Joaquim Barbosa, sugere a elevação da pena do empresário Marcos Valério a 47 anos de prisão Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - O ministro-revisor Ricardo Lewandowski (à esq.) acompanha julgamento do mensalão ao lado dos ministros do STF Gilmar Mendes (centro) e Celso de Mello. Lewandowski votou por uma pena de 2 anos, 8 meses e 13 dias-multa pelo crime de evasão de divisas do réu Ramon Hollerbach Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - O ministro-revisor Ricardo Lewandowski (à dir.) conversa com o ministro Dias Toffoli durante sessão do julgamento do mensalão no STF. Durante a votação sobre a pena de Ramon Hollerbach, ex-sócio do publicitário Marcos Valério, o presidente Ayres Britto questionou se Lewandowski votaria pela prescrição do tempo, mas o revisor afirmou que preferia que isso fosse analisado mais para frente Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - O ministro-revisor Ricardo Lewandowski (à esq.) conversa com o ministro Dias Toffoli durante sessão do julgamento do mensalão no STF. Durante início do seu voto sobre Ramon Hollerbach, Lewandowski ressaltou que "a corrupção de qualquer agente público é igualmente grave, faz parte justamente da pena que se culmina a este tipo de conduta" Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - O ministro Luiz Fux acompanha sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Durante a votação da pena para Ramon Hollerbach, ex-sócio do publicitário Marcos Valério, Fux acompanhou o voto do relator, que sugeriu 5 anos e 10 meses de reclusão em relação a todos os delitos de corrupção ativa do capítulo 6 da denúncia, além de 180 dias-multa Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - O advogado Paulo Sérgio Abreu e Silva, que defende Rogério Tolentino, um dos réus no processo do mensalão, conversa com o presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto, antes de entrada para sessão que retoma a votação das penas a serem aplicadas a Ramon Hollerbach, ex-sócio do publicitário Marcos Valério Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - Em destaque, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, acompanha sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Depois de quase duas semanas de intervalo, o julgamento foi retomado com a conclusão da votação das penas a serem aplicadas a Ramon Hollerbach, ex-sócio do publicitário Marcos Valério Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - Advogados e público acompanham sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. No início, o clima ficou tenso no plenário, com um bate-boca entre o ministro Marco Aurélio e o ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa. "Não sorria não que a coisa é muito séria, ministro [Barbosa]. O deboche não calha, presidente", afirmou Marco Aurélio Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - Os ministros Luiz Fux (de costas), o ministro Marco Aurélio, e o ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, acompanham sessão de julgamento do mensalão. No início, o clima ficou tenso no plenário, com um bate-boca entre Marco Aurélio e Barbosa. "Não sorria não que a coisa é muito séria, ministro [Barbosa]. O deboche não calha, presidente", afirmou Marco Aurélio. "Eu sorrio quando assim o desejar", rebateu Barbosa Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - Depois de quase duas semanas de intervalo, ministros do STF acompanham a retomada do julgamento do mensalão, com a conclusão da votação das penas a serem aplicadas a Ramon Hollerbach, ex-sócio do publicitário Marcos Valério Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - O procurador-geral da República, Roberto Gurgel (à esq.), e o presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto, aguardam sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. No início, Britto faz a proclamação das penas fixadas até o momento para os crimes pelos quais o réu Ramon Hollerbach foi condenado Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa(centro), aguarda início da sessão de julgamento do mensalão ao lado de ministros do STF. Para agilizar a fixação das penas do réus condenados, Barbosa explica aos demais ministros que fez uma tabela para cada réu, especificando cada crime e os critérios usados para calcular cada pena Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - Ministros do STF aguardam sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Depois de quase duas semanas de intervalo, o julgamento foi retomado com a conclusão da votação das penas a serem aplicadas a Ramon Hollerbach, ex-sócio do publicitário Marcos Valério. Logo no início, Britto fez um retrospecto da fixação das penas em relação ao réu Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - O ministro do STF Celso de Mello aguarda sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Depois de quase duas semanas de intervalo, o julgamento foi retomado com a conclusão da votação das penas a serem aplicadas a Ramon Hollerbach, ex-sócio do publicitário Marcos Valério. Logo no início, Britto fez um retrospecto da fixação das penas em relação ao réu Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto, faz a primeira entrada para sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Depois de quase duas semanas de intervalo, o julgamento foi retomado com a conclusão da votação das penas a serem aplicadas a Ramon Hollerbach, ex-sócio do publicitário Marcos Valério. Logo no início, Britto fez um retrospecto da fixação das penas em relação ao réu Antônio Araújo/UOL Mais
- 7.nov.2012 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto (à dir.), e ministro Celso de Mello fazem a primeira entrada para sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Depois de quase duas semanas de intervalo, o julgamento foi retomado com a conclusão da votação das penas a serem aplicadas a Ramon Hollerbach, ex-sócio do publicitário Marcos Valério Antônio Araújo/UOL Mais
- 25.out.2012 - O advogado José Carlos Dias, defensor da ex-presidente do Banco Rural, Kátia Rabello, consulta passagens áreas em celular durante julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ex-ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos acompanha sessão do julgamento do mensalão no plenário do STF, em Brasília, dedicada à votação sobre as penas dos réus ligados ao núcleo publicitário do escândalo. Na ocasião, o ex-sócio de Marcos Valério, Ramon Hollerbach, foi condenado a pelo menos 14 anos Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro Celso de Mello (esq.) consulta código durante julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, em Brasília. A sessão, dedicada à votação sobre as penas dos réus ligados ao núcleo publicitário do escândalo, condenou o ex-sócio de Marcos Valério, Ramon Hollerbach, a pelo menos 14 anos Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro Celso de Mello vota sobre as penas dos réus ligados ao núcleo publicitário do mensalão durante julgamento do caso no plenário do STF (Supremo Tribunal Federal), em Brasília. Na sessão, o ex-sócio de Marcos Valério, Ramon Hollerbach, foi condenado a pelo menos 14 anos Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro Gilmar Mendes acompanham sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, em Brasília. A sessão, dedicada à votação sobre as penas dos réus ligados ao núcleo publicitário do escândalo, condenou o ex-sócio de Marcos Valério, Ramon Hollerbach, a pelo menos 14 anos Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro-revisor Ricardo Lewandowski avalia autos durante julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, em Brasília. A sessão, dedicada à votação sobre as penas dos réus ligados ao núcleo publicitário do escândalo, condenou o ex-sócio de Marcos Valério, Ramon Hollerbach, a pelo menos 14 anos Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - A ministra Rosa Weber conversa com o ministro Dias Tofolli durante julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, em Brasília. A sessão, dedicada à votação sobre as penas dos réus ligados ao núcleo publicitário do escândalo, condenou o ex-sócio de Marcos Valério, Ramon Hollerbach, a pelo menos 14 anos Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - A ministra Carmén Lúcia acompanha sessão do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, dedicada à votação sobre as penas dos réus ligados ao núcleo publicitário do escândalo Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - Com os olhos aparentemente fechados, o ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, acompanha sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, em Brasília. A sessão é dedicada à votação sobre as penas dos réus ligados ao núcleo publicitário do mensalão Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro Luiz Fuz acompanha sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta-feira, por conta do crime de formação de quadrilha, o ex-sócio de Marcos Valério, Ramon Hollerbach, foi condenado a dois anos e três meses, pena proposta pelo relator e seguida por quatro ministros que votaram pela condenação do réu Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - Ministros do STF acompanham julgamento do mensalão. O Supremo condenou o ex-sócio de Marcos Valério, Ramon Hollerbach, pelos crimes de corrupção ativa, peculato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e evasão de divisas a cumprir a condenação na prisão Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro Marco Aurélio faz sua primeira entrada no plenário para sessão do julgamento do mensalão que define penas para réus do núcleo publicitário Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - A ministra Rosa Weber faz sua primeira entrada no plenário para sessão do julgamento do mensalão que define penas para réus do núcleo publicitário Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012- Advogados e público acompanham sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal que define penas para os réus do núcleo publicitário Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, acompanha sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Barbosa mudou a pena-base para Ramon Hollerbach: de dois anos e seis meses de reclusão para um ano e seis meses de prisão para o crime de corrupção ativa no Banco do Brasil Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro Marco Aurélio acompanha sessão do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. "Não podemos negar que há circunstâncias judiciais negativas, há necessidade de se estabelecer uma pena entre o mínimo e o máximo que previna outras práticas (criminosas)", destacou durante a votação Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa (dir.), conversa com o ministro Marco Aurélio durante sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Antes de Barbosa retomar seu voto, Marco Aurélio brincou: "Que continue a calmaria", referindo-se à sequência de votos sem divergências e bate-bocas entre os magistrados Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ayres Britto, acompanha sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, a pena sugerida por Barbosa para Ramon Hollerbach é de dois anos e oito meses de reclusão, e a proposta por Lewandowski é de um ano e quatro meses de prisão Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro-revisor Ricardo Lewandowski afirma, durante estabelecimento da pena a Ramon Hollerbach, que poderia reconsiderar e aumentar a sua sugestão de pena para dois anos Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro Dias Tofolli conversa com o ministro-revisor do mensalão, Ricardo Lewandowski, durante sessão que discute a penas dos condenados do núcleo publicitário Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - A ministra Carmén Lúcia conversa com o ministro Luiz Fux durante sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Durante votação, os ministros voltam a debater sobre a pena-base adotada Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, acompanha sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - O ministro Dias Tofolli conversa com o ministro-revisor do mensalão, Ricardo Lewandowski, durante sessão que discute a penas dos condenados do núcleo publicitário Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - Ministros do STF fazem a primeira entrada no plenário para sessão do julgamento do mensalão que define penas para réus do núcleo publicitário Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - Ministros do STF fazem a primeira entrada no plenário para sessão do julgamento do mensalão que define penas para réus do núcleo publicitário Roberto Jayme/UOL Mais
- 25.out.2012 - Ministros do STF fazem a primeira entrada no plenário para sessão do julgamento do mensalão que define penas para réus do núcleo publicitário Roberto Jayme/UOL Mais
- 24.out.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, acompanha sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Em momento inédito, Barbosa pediu desculpas ao revisor, Ricardo Lewandowski, após ter feito duras críticas contra o colega Roberto Jayme/UOL Mais
- 24.out.2012 - O ministro-revisor Ricardo Lewandowski acompanha sessão de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal. Após pedido de desculpas do ministro Joaquim Barbosa, Lewandowski reconheceu o "gesto de grandeza" e agradeceu ao colega Roberto Jayme/UOL Mais
- 24.out.2012 - Em destaque, o ministro Gilmar Mendes observa o ministro-revisor Ricardo Lewandowski analisar o processo do julgamento do mensalão. Nesta quarta-feira, a maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) seguiu o revisor do processo e votou pela aplicação de uma pena de três anos e um mês, além de multa no valor de R$ 108 mil, para o publicitário Marcos Valério Roberto Jayme/UOL Mais
- 24.out.2012 - O ministro-relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, analisa o processo do julgamento do mensalão ao lado dos ministros Cármen Lúcia e Luiz Fux. Nesta quarta-feira, o STF deu pena de ao menos 17 anos e 10 meses para Marcos Valério Roberto Jayme/UOL Mais
“Não vou dizer de maneira nenhuma que ele deveria estar nessa denúncia, mas questiono a ausência de critério do MP. Se entre as quatro paredes do Planalto eram feitas as tratativas, quem seria o maior beneficiário? Seria o chefe da nação, o chefe do palácio do governo, o presidente Lula”, disse.
"Por que é tão fácil acreditar no presidente Lula quando ele disse que nada sabia e é tão difícil acreditar em Jacinto?", disse.
Por dentro do mensalão
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A defesa do réu Antônio Lamas, que seguiu-se à de Jacinto Lamas, também questionou a participação do ex-presidente. "Por que o senhor Luiz Inácio Lula da Silva não foi denunciado? Nesse Brasil o cassetete só rola nas costas do humilde", disse o advogado Délio Lins e Silva, pai do defensor que o antecedeu.
Jacinto Lamas é acusado de organizar e intermediar o esquema de entrega de recursos do PT até o PL, a mando do deputado federal Valdemar Costa Neto, então presidente da sigla. Pesam sobre ele as acusações de crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele também é acusado de operar o contrato da Guaranhuns com a SMP&B, do publicitário Marcos Valério, supostamente para esconder a origem do dinheiro.
Na sua sustentação oral, Silva Filho disse duas vezes para os ministros separarem no julgamento "mensageiros e mensaleiros" ou o "joio do trigo". Ele também afirmou que seu cliente atuava a mando de Costa Neto e não tinha conhecimento das supostas ilicitudes praticadas.
"Quem mandava e desmandava no partido e quem manda e desmanda até hoje é Valdemar Costa Neto", disse. Segundo a defesa, "Jacinto Lamas era um zero à esquerda" e seu papel no partido político "era meramente figurativo."
Para refutar a acusação de formação de quadrilha, o advogado de Jacinto Lamas disse que os quadrilheiros precisam ao menos saber quem são os outros quadrilheiros e que seu cliente não tinha ciência do suposto esquema.
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O advogado de Jacinto Lamas afirma que ele sempre admitiu os saques, mas que ele "não tinha ciência da origem ilícita desses valores e achava que os valores eram para o Valdemar Costa Neto (pessoa física) e não para o partido", por isso que não precisaria ser contabilizado.
Valdemar Costa Neto
Além de Lula, foi citado na sessão de hoje o julgamento do ex-presidente Fernando Collor de Mello no STF, no qual ele foi inocentado da acusação de corrupção passiva, foi usado como exemplo pelo advogado Marcelo Luiz Ávila de Bessa para livrar o deputado federal Valdemar Costa Neto (PR-SP) no julgamento do mensalão.
No julgamento de Collor, em 1994, o Supremo considerou que não houve provas que comprovassem a ocorrência do chamado “ato de ofício”, quando um servidor público muda a sua postura em determinado ato mediante recebimento de vantagem financeira --pressuposto do crime de corrupção ativa e qualificante de corrupção passivAntono Lamasa. Collor foi inocentado no processo porque não foi comprovado que ele se beneficiou com o desvio de recursos.
“Na época de Collor, o procurador não apresentava o corruptor, só o corrompido. No recebimento de propina, é necessário especificar a relação entre conduta ativa e passiva”, afirmou Bessa. "O procurador de certa forma forçou, ou pretende forçar uma reavaliação daquela interpretação." Para o advogado, não há comprovação de ato de ofício no suposto esquema, ou seja, não há provas de que houve a compra de votos de Valdemar.
O defensor argumentou que o comportamento da bancada do PL nas votações no Congresso é prova de que não houve mensalão. "O comportamento é igual quando ele supostamente recebia ou não dinheiro do PT", afirmou. Bessa também disse que Valdemar não votou em algumas das sessões onde a Procuradoria diz ter existido compra de votos.
O advogado e jurista Marcelo Figueiredo, diretor da Faculdade de Direito da PUC-SP e professor de direito constitucional, que comenta na redação do UOL a sessão do STF desta sexta-feira (10), pondera este último argumento. "Sustentou o advogado que o deputado Valdemar Costa Neto não votou ou não compareceu em algumas das sessões onde o MP alega existir 'compra de votos'. Ocorre que não há necessidade de prova de que ele efetivamente recebeu dinheiro nas votações para se caracterizar crime de corrupção. Basta a existência da vantagem indevida, ou a sua promessa", avalia.
Defensor pede anulação
O defensor público federal Haman Córdova, que foi nomeado para a defesa do réu Carlos Alberto Quaglia, reforçou, nesta sexta-feira (10), o pedido feito anteriormente de nulidade absoluta da ação penal contra o acusado. O argumento de Córdova é que o réu teve o direito de defesa cerceado ao longo do processo por ter ficado sem advogado.
Quaglia trocou de advogado em 2006, quando Haroldo Rodrigues passou a defendê-lo no lugar de Dagoberto Dufau. Segundo a defensoria, o novo advogado não foi intimado para acompanhar o depoimento de testemunhas que incriminaram o réu. O defensor diz ainda que, por conta disso, o acusado não pode arrolar testemunhas a seu favor.
Córdova argumenta ainda que a defesa de Quaglia só foi assumida pela Defensoria Pública em abril de 2011, já na fase das alegações finais, e que apenas nesse momento a defensoria tomou conhecimento do cerceamento da defesa. “Até então houve falha processual”, disse Córdova. “A questão processual passou ao largo de Alberto Quaglia.”
Breno Fischberg
Antes de Quaglia, foi apresentada a defesa de Breno Fischberg, apontado pelo Ministério Público Federal como sócio junto com Enivaldo Quadrado na corretora Bônus Banval. Ele é acusado de lavar dinheiro de Valério e repassá-lo a integrantes do Partido Progressista. Fischberg responde pelos crimes formação de quadrilha e lavagem de dinheiro; assim como seu sócio que apresentou sua defesa ontem (9).
"Tecnicamente não há nos autos nada que se possa deduzir do que a inocência", afirma Nostre. Na nota de rodapé citada pelo advogado afirma-se que Fischberg e Quadrado seriam os interlocutores de Valério na Bônus Banval. "Não há recibos, telefonemas e menção a Breno em outros depoimentos.”
A Procuradoria afirma que Valério citou Fischberg em depoimento à CPI dos Correios. Nostre argumenta que o publicitário não conhecia o corretor e menção feita por Valério não ocorreu perante o contraditório, ou seja, sem a presença do advogado de Fischberg para confrontá-la.
Segundo a Procuradoria, a Bônus Banval foi indicada pelo deputado José Janene (PP-PR), morto em 2010, para fazer a lavagem de R$ 11 milhões do valerioduto, e repassar o montante para parlamentares indicadas por ele.
Entenda o dia a dia do julgamento
Entenda o mensalão
O caso do mensalão, denunciado em 2005, foi o maior escândalo do primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. O processo tem 38 réus, incluindo membros da alta cúpula do PT, como o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil). No total, são acusados 14 políticos, entre ex-ministros, dirigentes de partido e antigos e atuais deputados federais.
O grupo é acusado de ter mantido um suposto esquema de desvio de verba pública e pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio ao governo Lula. O esquema seria operado pelo empresário Marcos Valério, que tinha contratos de publicidade com o governo federal e usaria suas empresas para desviar recursos dos cofres públicos. Segundo a Procuradoria, o Banco Rural alimentou o esquema com empréstimos fraudulentos.
O tribunal vai analisar acusações relacionadas a sete crimes diferentes: formação de quadrilha, lavagem ou ocultação de dinheiro, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato, evasão de divisas e gestão fraudulenta.
*Colaboraram Fernanda Calgaro, em Brasília, e Guilherme Balza, em São Paulo
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