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Executiva do PSL defende suspensão de Eduardo Bolsonaro e mais 13

Eduardo Bolsonaro diz ter sido "infeliz" ao sugerir criação de novo AI-5 - Reprodução/SBT
Eduardo Bolsonaro diz ter sido "infeliz" ao sugerir criação de novo AI-5 Imagem: Reprodução/SBT
Constança Rezende

É colunista do UOL em Brasília. Passou pelas redações do Estadão no Rio de Janeiro, O DIA e Jornal do Commercio.

Colunista do UOL

27/11/2019 16h51

A Executiva Nacional do PSL optou por suspender de seus quadros o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e mais 13 deputados ligados ao presidente Jair Bolsonaro. A pena sugerida para Eduardo foi o afastamento de 1 ano. O parecer ainda precisa ser aprovado pelo Diretório Nacional do partido, que é composto por 153 parlamentares.

A decisão foi tomada na manhã desta quarta-feira, 27, pelos 15 integrantes da executiva nacional do partido. O diretório do PSL deve dar a palavra final na semana que vem.

Pelo parecer, também seriam suspensos por 1 ano os deputados Bibo Nunes (RS), Alê Silva (PSL- MG) e Daniel Silveira (RJ).

Bia Kicis (DF), Carla Zambelli (SP), Filipe Barros (PR) e Márcio Labre (RJ) seriam afastados por seis meses. Sanderson (RS) ganharia pena de dez meses e o líder do governo na Câmara, Vitor Hugo (GO), e Carlos Jordy (RJ) receberiam suspensão de sete meses. Cabo Junior Amaral (MG), General Girão (RN) e Luiz Phillippe de Orleans e Bragança (SP) ficariam três meses afastados.

A executiva argumentou que os parlamentares violaram incisos do artigo 131 do estatuto do partido. O texto cita penas para casos de violação do programa do partido, da ética, fidelidade e disciplina. Também é citada a "má gestão financeira" e o descumprimento das finalidades do partido.