TSE não faz propaganda de Lula em código de autenticação
Ao contrário do que sugerem publicações nas redes sociais, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não faz propaganda pró-Lula por meio dos códigos de autenticação de documentos emitidos pelo tribunal.
Os códigos, formados por números e letras, são gerados de forma aleatória.
Como é a suposta propaganda? Circula nas redes sociais a foto de um título eleitoral emitido no município de Calçoene, no Amapá, com o código PK0+.LULA.PTWV.BU8X.
Com as informações exibidas nas publicações, foi possível checar a autenticidade do documento no site do TSE. O documento compartilhado era autêntico. No entanto, após a viralização das postagens, uma nova via foi solicitada ao cartório eleitoral e assim, houve uma substituição. O documento que viralizou passou a não ser mais validado no sistema do TSE na última segunda-feira (15).
O que diz o TSE? Em nota, a Corte desmentiu a alegação de uso político dos códigos, afirmando que "são gerados de forma totalmente randômica, sem que haja qualquer ingerência por parte da Justiça Eleitoral".
"A ferramenta serve para confirmar a autenticidade dos documentos emitidos por meio do Portal do TSE e foi criada com o objetivo de facilitar o acesso do eleitorado aos serviços da Justiça Eleitoral", diz o texto. "O Tribunal, portanto, desmente a alegação de que faria uso do sistema para manifestar qualquer posicionamento político-partidário e/ou passar mensagens subliminares às eleitoras e eleitores."
O documento. O código de validação serve para que o TSE certifique a autenticidade de um documento. Para ter acesso à balidação, é necessário entrar no site do tribunal e fornecer informações como número do título, data e horário da emissão da certidão e o código de validação —gerado de forma automática e aleatória.
Este conteúdo também foi checado por Aos Fatos.
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