Violência no Rio

Para impedir saída de batalhão, manifestantes revistam PMs na zona norte do Rio

Vinicius Castro

Do UOL, no Rio

  • Mauro Pimentel/Colaboração para o UOL

    Policial militar tem a mochila revistada por familiares que bloqueiam a saída do 6º Batalhão

    Policial militar tem a mochila revistada por familiares que bloqueiam a saída do 6º Batalhão

O movimento de paralisação da Polícia Militar do Rio de Janeiro, iniciado por familiares que protestam desde a madrugada desta sexta-feira (10), conta com revista aos PMs que tentam deixar o 6° Batalhão, na Tijuca, zona norte da capital fluminense.

Os policiais que buscam sair fardados são impedidos pelos manifestantes. O procedimento também é adotado para quem deseja sair apenas com a farda e demais pertences na mochila. 

O objetivo do ato é impedir que os policiais deixem o quartel para fazer patrulhamento nas ruas, a exemplo da paralisação de PMs que ocorre no Espírito Santo desde sábado (4).

Os PMs estão dentro da unidade. Grades foram colocadas na entrada do batalhão com a expectativa de minimizar os impactos no trânsito.

Comandante da unidade, o coronel Busnello conversou com os familiares por volta das 6h30 e pediu para que o movimento não acontecesse. Ele explicou sobre possíveis problemas na área. Apesar disso, os familiares mantiveram o protesto.

A Polícia Militar informou que o efetivo segue normal na região, apesar dos protestos.

Rotina

A cidade do Rio de Janeiro continua com a rotina normal. Os transportes públicos, como barcas, trens e metrô, funcionam sem problemas nesta sexta-feira. Os ônibus urbanos e intermunicipais também circulam normalmente pelos bairros do Rio, Baixada Fluminense e interior do Estado.

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