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Com cheia do rio Negro, prefeito de Manaus decreta situação de emergência

Cheia do rio Negro pode impactar moradores de áreas urbanas e ribeirinhas - BRUNO KELLY/REUTERS
Cheia do rio Negro pode impactar moradores de áreas urbanas e ribeirinhas Imagem: BRUNO KELLY/REUTERS

Colaboração para o UOL

07/05/2021 08h53

Em Manaus, a cheia do rio Negro tem causado preocupação e o prefeito da cidade, David Almeida, declarou situação de emergência por, no mínimo, 90 dias. A decisão foi feita de acordo com o decreto nº 5.078/2021 e publicado no DOM (Diário Oficial do Município).

Na manhã de hoje, o prefeito, o vice-prefeito e um comitê de combate à enchente farão uma reunião para traçar estratégias de emergência. Ontem, o volume do rio Negro chegou a 29 metros.

Segundo o monitoramento hidrológico de 2021, é possível que essa cheia seja a quinta maior do rio e pode atingir tanto moradores de áreas urbanas quanto ribeirinhas. "Vamos nos preparar, para que em meio à pandemia de covid-19, Manaus não sofra com um fenômeno natural, que ocorre anualmente", disse o prefeito.

Com o decreto de situação emergencial, cabe ao órgão Casa Militar mapear os riscos e amenizar os efeitos da cheia do rio com a coordenação de medidas apropriadas. Fica a cargo dele divulgar informações sobre a enchente e reportar os resultados das providências de contenção.

Os outros integrantes do Comitê Especial de Enfrentamento das Cheias Fluviais do Município, que foi instituído na quarta-feira (5), com a Casa Militar também devem elaborar planos de enfrentamento e controle da situação do rio Negro.

No início da semana, David Almeida conseguiu apoio federal para Manaus contornar a cheia e amparar mais de 8 mil famílias que serão impactadas com a situação.

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