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Funcionário fica mais de 30 horas preso dentro de elevador no Carrefour

Carrefour apura se houve falha no elevador onde um homem ficou preso por mais de 30 horas em uma das unidades de Santos  - Divulgação
Carrefour apura se houve falha no elevador onde um homem ficou preso por mais de 30 horas em uma das unidades de Santos Imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo

28/09/2021 11h31Atualizada em 28/09/2021 12h37

Um funcionário de um supermercado do Carrefour, em Santos, ficou mais de 30 horas preso dentro de um elevador de carga do estabelecimento. O homem de 27 anos foi encontrado na manhã de ontem e passa bem.

O desaparecimento de Vinicius, de pouco mais de 20 anos, foi comunicado pela mãe dele. Segundo apurado pela assessoria de imprensa do grupo Carrefour, o funcionário entrou no elevador de carga do estabelecimento após o expediente do último sábado. O local abre de segunda a domingo e funciona das 6h30 às 22h.

Já no elevador, Vinicius ligou para a mãe dizendo que não voltaria para casa. No entanto, passadas 24 horas desde esse contato, a mãe estranhou e, como não conseguiu mais falar com o filho, pediu ajuda em grupos locais nas redes sociais.

"Boa noite esse é meu filho Vinícius e desde de ontem não volta para casa. Estou preocupada pois ele toma remédio controlado", escreveu a mãe do rapaz.

O supermercado teve expediente normal no domingo, das 6h30 às 22h, mas segundo os demais funcionários, Vinicius não pediu socorro nem acionou ninguém do mercado ou a mãe para dizer onde estava. Como o elevador de carga é pouco usado nos fins de semana, ele só foi encontrado na manhã de ontem. A hora exata em que ele foi encontrado não foi informada, assim como o motivo que levou o funcionário a utilizar o elevador de carga do estabelecimento.

"O pessoal da loja encaminhou ele para um hospital próximo onde ele fez todos os exames necessários. Ele recebeu alta e foi para casa. Inclusive queria voltar a trabalhar ontem mesmo, mas o diretor pediu que ele ficasse em casa", disse o Carrefour ao UOL.

A empresa disse ter disponibilizado um assistente social para acompanhar o funcionário, que trabalha há 7 anos na unidade, e a família.

O grupo também abriu uma investigação para apurar o motivo do elevador ter parado e avaliar se ele já estava apresentando problemas. O UOL entrou em contato com a mãe de Vinicius, mas não teve resposta.

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