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15 dias

Funcionário que caiu 6 m com carro em concessionária não tem habilitação

Do UOL, em São Paulo

28/09/2021 08h48Atualizada em 28/09/2021 11h25

O funcionário que manobrava o carro que despencou dois andares em uma concessionária da Volkswagen, no bairro de Campos Elísios, no Centro de São Paulo, não tem habilitação para dirigir.

No acidente, além do motorista, outras duas pessoas ficaram feridas: as recepcionistas do estabelecimento, de 19 e 22 anos. A mais jovem está internada em estado grave no Hospital das Clínicas, já a mais velha teve apenas ferimentos leves após a área em que trabalhavam ser atingida pelo veículo, que caiu cerca de 6 metros, segundo informações do boletim de ocorrência.

O acidente ocorreu ontem, por volta das 9h15. O funcionário que dirigia o carro foi encontrado preso às ferragens. De acordo com testemunhas, ele estacionava o veículo no mezanino, no segundo piso, quando perdeu o controle do veículo, um Voyage, e despencou na recepção.

As razões que levaram o homem, de 29 anos, a perder o controle do veículo ainda são desconhecidas, mas ele não possui CNH (Carteira Nacional de Habilitação), apesar de estar descrito como "manobrista" no registro do incidente. Segundo o "SP2", da TV Globo, o funcionário lavava carros na concessionária.

Em nota, a Volkswagen do Brasil disse que "tomou conhecimento do acidente ocorrido" e que "todas as vítimas, funcionários da concessionária, foram rapidamente atendidos e encaminhados, conscientes, para hospitais da região". A empresa lamentou o ocorrido e afirmou que "em conjunto com a concessionária, está dando todo o suporte necessário às vítimas. As causas do acidente estão sendo investigadas".

O caso foi registrado no 2º DP (Bom Retiro) como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor e dirigir sem permissão ou habilitação. As investigações seguem sob responsabilidade do 77º DP (Santa Cecília).

Procurados pelo UOL desde ontem por ligações telefônicas e email, o Grupo Faria, que administra a concessionária, e empresa MF Serviços Automotivos, à qual o funcionário seria ligado, não responderam.

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