Conteúdo publicado há 3 meses

Sargento da PM se choca contra pilastra ao praticar rapel em ponte em MG

Um sargento da PM de 56 anos se feriu gravemente enquanto tentava praticar rapel em uma ponte no distrito de Santo Hilário, no município de Pimenta, em Minas Gerais.

O que se sabe:

O acidente ocorreu no domingo. Um vídeo publicado nas redes sociais mostra o momento em que o homem, segurando em um cabo de segurança, tenta descer pela lateral da ponte de concreto.

Ele é auxiliado por dois jovens na descida. Presa à cintura, há uma corda amarrada na extremidade da ponte.

A cena é assistida por várias pessoas, inclusive crianças, que seriam os netos do sargento. "Olha o seu avô", diz a mulher que grava o esforço do homem com o celular.

Assim que consegue alcançar a parte mais baixa da ponte, o homem diz para os rapazes que o ajudam: "Pode soltar".

No momento em que o cabo de segurança é solto, o homem despenca até que a corda amarrada à cintura se estica e, num movimento de pêndulo, puxa o sargento até o ponto onde foi amarrada, muito próximo a um costão rochoso.

O homem então bate violentamente contra as pedras e pendula para o lado oposto, batendo com o corpo contra uma pilastra de concreto da ponte.

Em seguida, a corda pendula novamente e ele bate com o corpo contra a água e se choca novamente contra a pilastra. A essa altura, ele já estava desacordado. "Meu Deus do céu. Vai lá gente", grita a mulher que grava toda a cena.

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O sargento foi socorrido por pessoas em uma lancha que estava nas proximidades e resgatado por uma equipe da Polícia Militar, segundo informações do Corpo de Bombeiros, que chegou a ser chamado para atender à ocorrência.

Ele foi levado para a Santa Casa do município de Piumhi, onde ficou internado devido à gravidade dos ferimentos. O quadro clínico inclui fratura de costela, pneumotórax, escoriações na perna esquerda e esmagamento do braço esquerdo, segundo a PM.

O UOL entrou em contato com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, para obter mais informações sobre o acidente, mas até o momento não houve resposta aos questionamentos.

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