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Fiocruz e hospitais ajudarão TSE a criar protocolo para eleição na pandemia

Presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, agradeceu instituições por consultoria - Nélson Jr./SCO/STF
Presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, agradeceu instituições por consultoria Imagem: Nélson Jr./SCO/STF

Do UOL, em São Paulo

13/07/2020 11h16Atualizada em 13/07/2020 13h53

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) anunciou hoje que fechou um acordo de consultoria sanitária com a fundação Fiocruz e com os hospitais Sírio Libanês e Albert Einstein. As instituições irão auxiliar a Justiça Eleitoral a elaborar os protocolos de segurança a serem adotados nas eleições municipais deste ano em meio à pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o TSE, a consultoria será realizada sem custos aos cofres públicos, o que gerou um ofício no qual o presidente do tribunal, o ministro Luís Roberto Barroso, agradeceu a ajuda "patriótica, prestada graciosamente".

Os trabalhos terão início nesta semana, quando Barroso e técnicos do TSE se reunirão com três infectologistas: David Uip (Sírio Libanês), Marília Santini (Fiocruz) e Luís Fernando Aranha (Albert Einstein). Uip chegou a chefiar o centro de contingência do novo coronavírus em São Paulo.

De acordo com a nota do TSE, o "trabalho consistirá na avaliação de todos os riscos à saúde pública durante a votação, além do desenvolvimento e divulgação dos procedimentos e protocolos sanitários e ambientais a serem adotados".

O objetivo é "proporcionar o mais alto grau de segurança possível para os eleitores, mesários e demais colaboradores da Justiça Eleitoral".

Recentemente, uma emenda constitucional promulgada pelo Congresso Nacional, com apoio do TSE, determinou que o primeiro turno será realizado no dia 15 de novembro, e o segundo no dia 29 de novembro.

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