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Bombeiros que atuaram em Brumadinho ajudarão Moçambique após ciclone

Diogo Antunes/Futura Press/Estadão Conteúdo
7.mar.2019 - Bombeiros continuam as buscas por corpos mais de 40 dias após o rompimento da barragem da Vale, no Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG) Imagem: Diogo Antunes/Futura Press/Estadão Conteúdo

Marcellus Madureira

Colaboração para o UOL, em Belo Horizonte

2019-03-27T18:43:08

2019-03-27T20:27:51

27/03/2019 18h43Atualizada em 27/03/2019 20h27

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, que há dois meses atua no resgate de vítimas do rompimento de uma barragem da Vale em Brumadinho, auxiliará autoridades de Moçambique, país devastado pelo ciclone Idai há 12 dias.

A ajuda foi oferecida pelo Governo Federal brasileiro. Os bombeiros de Minas Gerais serão enviados para o país africano por serem referência em soterramentos, enchentes e resgates.

Siphiwe Sibeko/Reuters
Ciclone Idai deixa rastro de destruição em Moçambique Imagem: Siphiwe Sibeko/Reuters
Depois de sofrer os efeitos de ventos de até 200 quilômetros por hora, Moçambique estima que entre 700 e 1.000 pessoas morreram. Além disso, o desastre deixa o rastro de contaminação na água e há também o trabalho para evitar mortes por surtos de cólera e outras doenças.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores serão enviados 20 bombeiros de Minas Gerais, além de 20 especialistas em busca e salvamento da Força Nacional.

Também chegarão a Moçambique 6 kits de medicamentos e insumos básicos de saúde doados pelo governo brasileiro.

Em Brumadinho, os bombeiros localizaram, até o momento, 216 mortos em meio à lama que vazou da barragem da Vale em janeiro.

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