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Governo diz que encontrou 5 militares venezuelanos em área indígena de RR

Bandeiras do Brasil e da Venezuela na fronteira em Pacaraima - Ricardo Moraes/Reuters
Bandeiras do Brasil e da Venezuela na fronteira em Pacaraima Imagem: Ricardo Moraes/Reuters

Do UOL, em São Paulo

27/12/2019 16h50

O governo brasileiro informou na tarde de hoje que encontrou cinco militares venezuelanos em território indígena, na região de São Marcos, no estado de Roraima. Eles foram localizados pelo Exército durante missão de reconhecimento e patrulhamento nas áreas de fronteira.

"Esses militares venezuelanos estavam desarmados e foram conduzidos a Boa Vista, onde estão sendo entrevistados. O Exército brasileiro intensificou o patrulhamento na região da faixa de fronteira", explicou o comunicado, assinado em conjunto pelo Ministério da Defesa e o Ministério das Relações Exteriores.

No domingo, uma unidade militar venezuelana foi alvo de um ataque na fronteira com o Brasil. Armas foram roubadas na ação e um militar morreu em confronto.

O ministro de Comunicação do país vizinho, Jorge Rodríguez, denunciou o suposto envolvimento do governo de Jair Bolsonaro no assalto.

"Atenção povo da Venezuela: na madrugada de hoje, um grupo de terroristas armados atacou uma unidade militar fronteiriça no sul da República. Estes criminosos foram treinados em campos paramilitares plenamente identificados na Colômbia e receberam a colaboração do governo de Jair Bolsonaro", escreveu Rodríguez no Twitter.

Procurado pelo UOL, na ocasião, o Ministério das Relações Exteriores rebateu a acusação. "O Brasil nega qualquer envolvimento no episódio", respondeu a pasta, em nota.

Leia o comunicado na íntegra

O Ministério da Defesa e o Ministério das Relações Exteriores informam que, nesta quinta-feira (26/12), durante missão de reconhecimento e patrulhamento nas áreas de fronteira, conduzida por unidades do Exército Brasileiro, foram localizados, na região da terra indígena de São Marcos, nordeste de Roraima, cinco militares venezuelanos.

Esses militares venezuelanos estavam desarmados e foram conduzidos a Boa Vista, onde estão sendo entrevistados. O Exército Brasileiro intensificou o patrulhamento na região da faixa de fronteira, conforme o previsto na Lei Complementar nº 97/1999.

Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Defesa

Departamento de Comunicação Social do Ministério das Relações Exteriores

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