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Homem é condenado após esfaquear e omitir corpo de 'amigo' por semanas

Chibnall usou todo o dinheiro da conta da conta da vítima para comprar bebidas alcoólicas - Divulgação/Polícia de West Midlands
Chibnall usou todo o dinheiro da conta da conta da vítima para comprar bebidas alcoólicas Imagem: Divulgação/Polícia de West Midlands

Colaboração para o UOL, em São Paulo

01/12/2020 18h16

Matthew Chibnall, de 55 anos, foi condenado à prisão perpétua com cumprimento da pena mínimo de 18 anos, após ser acusado de esfaquear seu 'amigo' Anil Vegad, de 57 anos, e manter o cadáver na residência durante seis semanas.

O caso aconteceu em Coventry, na Inglaterra. Segundo a BBC, os dois se desentenderam em condições de excesso de bebida alcoólica, e Chibnall teria se irritado com o comportamento de Vegad, esfanqueando-o até a morte. O agressor foi à delegacia informar a morte seis semanas após o ocorrido.

A detetive Hannah Whitehouse constatou que Chibnall demorou para notificar a morte porque estava utilizando o dinheiro da vítima — a conta bancária de Vegad ficou zerada. O condenado afirmou que seu colega havia ingerido muita bebida e desmaiado no dia seguinte. Indagado sobre as facadas que a polícia verificou quando foi ao local, o homem disse que só havia mirado na cadeira.

A polícia encontrou fortes evidências de assassinato quando chegou à cena do crime. No entanto, Hannah declarou que "podemos nunca saber exatamente o que aconteceu naquele apartamento que levou o Sr. Vegad a ser mortalmente esfaqueado".

Segundo família, Vegad "era querido por todos do bairro" - Reprodução/Polícia de West Midlands - Reprodução/Polícia de West Midlands
Segundo família, Vegad "era querido por todos do bairro"
Imagem: Reprodução/Polícia de West Midlands

Na sentença da pena de prisão perpétua com cumprimento mínimo de 18 anos, foram levadas em conta as circunstâncias "desumanas" em que a vítima foi deixada após a morte.

"Chibnall poderia ter chamado imediatamente os serviços de emergência e potencialmente salvado a vida de seu amigo. No entanto, ele simplesmente deixou o Sr. Vegad morrer", disse a detetive.

Filhos da vítima disseram que embora a justiça tenha agido, "isso nunca trará nosso pai de volta". "Ele era uma pessoa amorosa, gentil e generosa. Sempre que ele entrava em uma sala, ele a iluminava. Nosso pai era bem conhecido na comunidade e muito querido por todos", desabafaram.

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