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Trump anuncia venda de Bíblia 'patriota' por R$ 300: 'Deus abençoe os EUA'

O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, divulgou um vídeo na rede social Truth Social - criada por ele e que abriga políticos de extrema direita -, na terça-feira (26), em que anuncia a venda de uma Bíblia chamada "Deus Abençoe os EUA". O livro custa US$ 60 (R$ 300).

O que aconteceu

Essa versão da Bíblia é inspirada em uma música do cantor country Lee Greenwood. Trump usa a canção para subir ao palco em comícios, segundo a agência de notícias Associated Press.

O ex-presidente dos EUA escreveu na publicação que a ideia é "fazer a América orar novamente". O texto é uma referência ao slogan usado por Trump na campanha à Presidência em 2016.

No vídeo, Trump diz que a Bíblia é o livro favorito dele. "Todos os americanos precisam de uma Bíblia em casa, e eu tenho muitas. É meu livro favorito. Tenho orgulho de endossar e encorajar você a adquirir esta Bíblia. Devemos fazer a América orar novamente".

O site onde o livro é vendido diz que essa é "a única Bíblia endossada pelo presidente Trump!". Além da Bíblia, o pacote também inclui cópias da Constituição dos EUA, da Declaração de Direitos, da Declaração de Independência e do juramento à bandeira, bem como um refrão manuscrito da canção de Greenwood.

Apesar da presença de Trump na divulgação, o site responsável pelas vendas diz que o livro "não é político e não tem nada a ver com qualquer campanha política".

Essa é mais uma empreitada comercial do ex-presidente dos EUA. No mês passado, Trump divulgou uma nova linha de tênis da marca que leva o seu sobrenome.

Processos

O anúncio de Trump aparece em meio a uma série de processos que o ex-presidente dos EUA enfrenta na Justiça norte-americana.

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Na segunda-feira (25), Trump obteve uma vitória em uma corte de apelação do estado de Nova York. Ele conseguiu ampliar o prazo e diminuiu o valor da fiança a ser paga em caso de fraude financeira.

Porém, o ex-presidente dos EUA também viu um juiz marcar a data para o julgamento sobre a suposta compra do silêncio da atriz pornô Stormy Daniels. O juiz Juan Merchan definiu o dia 15 de abril para discussão sobre o caso.

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