UOL vai checar viabilidade de promessas dos candidatos à Presidência

Da eder content

Em São Paulo

  • Arte/UOL

O UOL, em parceria com a Eder Content, lança nesta quinta-feira (23) a série UOL Confere Promessas de Campanha, que vai conferir a viabilidade de promessas eleitorais feitas pelos candidatos à Presidência da República. Independentemente do mérito do que é proposto, o objetivo é responder: é viável ou não é?

Até o dia 5 de outubro, às vésperas do primeiro turno das eleições (dia 7), uma equipe de jornalistas da Eder Content - agência independente de jornalismo - vai conferir uma promessa a cada dia, de segunda à sexta-feira. Serão usados critérios predefinidos, como a existência de recursos para realizar a proposta, as restrições no Orçamento da União (que é limitado pelo teto dos gastos e pelo destino predeterminado da maior parte dos recursos federais, como as verbas destinadas para Educação, por exemplo) ou ainda o tempo necessário para executar a ideia. Os temas serão aqueles que tenham amplo impacto para a sociedade ou que tenham despertado interesse e debate entre eleitores nas redes sociais.

Haverá um rodízio entre os cinco candidatos registrados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mais bem posicionados na pesquisa Datafolha mais recente. Na primeira semana, com base nas intenções de voto do levantamento publicado pelo instituto em 22 de agosto, serão checadas promessas dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PSL), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), nesta ordem. A cada dia, um candidato e uma promessa. Os nomes e a sequência dos candidatos seguirão a pesquisa Datafolha que for mais recente, após ser completado o rodízio anterior. Em caso de empate entre os cinco primeiros candidatos, promessas dos que estiverem empatados até a quinta posição serão analisadas.

No processo de checagem, as assessorias dos candidatos serão procuradas para que forneçam informações ou/e entrevistas que demonstrem a viabilidade da promessa feita. Caso os candidatos não se pronunciem, os leitores serão informados. Fontes independentes, assim como bancos de dados públicos, serão usadas para checar a viabilidade da proposta. Ao final do processo de verificação, cada promessa será classificada: "Dá pra fazer"; "Dá para fazer, mas depende..."; "Não dá pra fazer" ou "Blá-Blá-Blá".

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