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Secretário de Cultura fala em "salvar jovens" com novo programa do governo

O presidente Jair Bolsonaro acompanhado dos secretários Jorge Seif (Pesca) e Roberto Alvim (Cultura) - Reprodução/Facebook
O presidente Jair Bolsonaro acompanhado dos secretários Jorge Seif (Pesca) e Roberto Alvim (Cultura) Imagem: Reprodução/Facebook

Do UOL, em São Paulo

16/01/2020 20h27

O dramaturgo Roberto Alvim, secretário de Cultura do governo, afirmou na noite de hoje que 2020 será um ano de "renascimento" para a cultura e defendeu o "conservadorismo em arte". Ele aproveitou a tradicional live semanal feita pelo presidente Jair Bolsonaro para anunciar um novo programa de incentivo cultural, a ser lançado na próxima semana.

O Prêmio Nacional das Artes, segundo Alvim, deve patrocinar diversas categorias, incluindo teatro, pintura, escultura, literatura e música, além de histórias em quadrinhos. A promessa é de distribuir a verba de forma igualitária entre as cinco regiões brasileiras e fornecer ingressos gratuitos para a população.

"Quando a cultura adoece, o povo adoece junto. A cultura é a base da pátria, esse Prêmio Nacional das Artes pretende que 2020 seja uma virada histórica. Vai ser o ano do renascimento da cultura e da arte", disse, acrescentando que o "conservadorismo em arte" é "uma arte que dignifica o ser humano".

Durante a transmissão, o secretário afirmou que o presidente o teria convidado para o cargo com o pedido de trabalhar com uma "cultura que não destruísse, mas que salvasse a juventude".

"Essa é minha missão e o Prêmio Nacional das Artes vai ser uma grande ferramenta nessa salvação da juventude brasileira através da cultura", afirmou ele.

Bolsonaro apontou o secretário como representante da "cultura de verdade do Brasil" e afirmou que nunca se censurou nada na área. "Mandei suspender concessão, mas isso não é censura", disse.

O presidente justificou que determinados tipos de filme não se faz "com o dinheiro público".

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