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Deputadas Carla Zambelli e Tabata Amaral trocam farpas no Twitter

Tabata Amaral e Carla Zambelli - Pablo Valadares/Michel Jesus/Câmara dos Deputados
Tabata Amaral e Carla Zambelli Imagem: Pablo Valadares/Michel Jesus/Câmara dos Deputados

Do UOL, em São Paulo

07/02/2020 12h30

As deputadas federais Carla Zambelli (PSL-SP) e Tabata Amaral (PDT-SP) trocaram farpas na manhã de hoje no Twitter. Tudo começou quando a aliada do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) saiu em defesa do ministro da Educação, Abraham Weintraub, e sugeriu que a pedetista é bancada pelo bilionário Jorge Paulo Lemann.

Em resposta, Tabata afirmou que a conduta de Weitraub é indefensável e acusou Zambelli de propagar fake news a respeito de sua ligação com Lemann.

A deputada do PSL demonstrou apoio ao ministro da Educação depois que Tabata classificou a gestão de Weintraub como desastrosa e pediu seu impeachment.

"Tabata, aceite que o candidato que venceu as eleições foi Jair Bolsonaro e que lhe é dado o direito de escolha sobre seus ministros. Se candidate a presidente em 2022 e tenta a sorte, daí você põe o Lemann, que te bancou, como ministro", tuitou Zambelli.

A pedetista teve uma bolsa de estudos bancada pela Fundação Estudar, criada pelo bilionário.

Em resposta, Tabata afirmou que não recebeu doações de Lemann para sua campanha em 2018.

"Carla, ao contrário do presidente, eu declarei todo o apoio financeiro que recebi e o Lemann não doou para a minha campanha. Defender o ministro é defender o indefensável e não me surpreende nem um pouco que sua única resposta para isso seja espalhar mais fake news", disse a deputada no Twitter.

Ouça o podcast Baixo Clero, com análises políticas de blogueiros do UOL. Os podcasts do UOL estão disponíveis em uol.com.br/podcasts, no Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts e outras plataformas de áudio.

Errata: o texto foi atualizado
Diferentemente do que foi escrito na primeira versão do texto, Tabata Amaral não teve uma bolsa de estudos bancada pela Fundação Lemann, e sim pela Fundação Estudar. O erro foi corrigido.

Política