Conteúdo publicado há 3 meses

TCU recua e inocenta nora de Lula acusada de ser funcionária fantasma

O TCU (Tribunal de Contas da União) voltou atrás e inocentou uma nora de Lula que era acusada de ter sido funcionária fantasma no Conselho Nacional do Sesi. Ela havia sido condenada pelo próprio TCU.

O que aconteceu

O tribunal disse que a nora conseguiu comprovar que prestou serviços para o órgão em 2013. Marlene Araújo Lula da Silva havia sido condenada em 2018 ao pagamento de uma multa total de R$ 213.358,28, além de ficar impedida de assumir cargos públicos por três anos.

Relator disse que ela citou trocas de e-mails que mostram que ela compareceu ao local de trabalho. Segundo o ministro Vital do Rêgo, nessas mensagens constam avisos sobre workshops, convocações para reuniões, organizações de trâmites e encaminhamento de documentos internos.

TCU também entendeu que, pelo tipo de trabalho de Marlene, ela era dispensada de bater ponto. Quando foi nomeada, ainda em 2007, como assessora da presidência do Sesi, Vital do Rêgo disse que a nora de Lula não tinha obrigação de bater ponto por trabalhar com relações institucionais.

"São trabalhos costumeiramente desempenhados por meio de conversas telefônicas e visitas, não deixando vestígios físicos nem produtos que possam ser guardados", afirmou o ministro.

A condenação anterior de Marlene tinha sido determinada com base em relatório da CGU (Controladoria-Geral da União). Na ocasião, ela não tinha conseguido comprovar que prestava serviços para o Sesi.

* Com informações da Agência Estado

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