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Covid-19: Brasil ultrapassa 132 mil mortes, com 454 novos óbitos em 24 h

Nas últimas 24 horas, 19.392 pessoas receberam o diagnóstico da doença no país - Leo Orestes/Framephoto/Estadão Conteúdo
Nas últimas 24 horas, 19.392 pessoas receberam o diagnóstico da doença no país Imagem: Leo Orestes/Framephoto/Estadão Conteúdo

Do UOL, em São Paulo

14/09/2020 18h37

O consórcio de veículos do qual o UOL faz parte contabilizou 454 novas mortes por covid-19 no Brasil nas últimas 24 horas. No total, são 132.117 pessoas mortas em decorrência da doença.

Desde o início da pandemia, 4.349.544 pessoas receberam teste positivo para o novo coronavírus no país. Entre ontem e hoje, foram 19.392 diagnósticos confirmados.

A média móvel de mortes, calculada com base nos dados dos últimos sete dias, é de 731, o que aponta para estabilidade. Desde a semana, o país apresentava desaceleração nas mortes, tendo registrado na terça-feira (8) a menor variação até o momento: -26%.

Conforme o levantamento feito pelo consórcio, 12 estados tiveram desaceleração na média móvel de mortes pela doença na variação de 14 dias, enquanto dois apresentaram alta.

Entre as regiões, houve queda em duas delas: Nordeste (-18%) e Sudeste (-20%). Centro-Oeste (-2%), Norte (-10%) e Sul (-11%) mantiveram estabilidade.

Veja a oscilação nos estados:

  • Aceleração: AC e CE
  • Estabilidade: DF, GO, MA, MS, MT, PA, PE, PR, RO, RR, RS, SE e SP
  • Queda: AL, AM, AP, BA, ES, MG, PB, PI, RN, RJ, SC e TO.

Dados do governo federal

O Ministério da Saúde contabilizou nas últimas 24 horas 381 novas mortes relacionadas ao novo coronavírus no Brasil, totalizando 132.006 óbitos.

Desde o início da pandemia, foram confirmados 4.345.610 diagnósticos de covid-19 no país. 15.155 dos testes positivos foram registrados entre ontem e hoje.

Na ONU, Itamaraty não cita mortes por covid-19

O governo brasileiro listou hoje na ONU as medidas financeiras adotadas para conter os efeitos da pandemia. A representante do Itamaraty destacou a queda no número de casos da covid-19, mas não citou o fato de o Brasil ser um dos líderes mundiais em termos de mortes e de casos confirmados da doença.

O discurso do governo foi concluído com um tom positivo: "Com a pandemia felizmente se desacelerando em especial nas grandes cidades, o Brasil reitera seu compromisso em proteger vidas, saúde e os direitos humanos de todos", declarou.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes recentes de autoridades e do próprio presidente colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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