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IBGE: 9,7 mi de pessoas não seguiram nenhuma medida de restrição em outubro

Rua de comércio popular atrai várias pessoas em Osasco, na grande São Paulo - ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Rua de comércio popular atrai várias pessoas em Osasco, na grande São Paulo Imagem: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Do UOL, em São Paulo

01/12/2020 09h40Atualizada em 01/12/2020 10h08

Cerca de 9,7 milhões de pessoas não fizeram nenhuma medida de restrição em outubro para evitar a propagação do coronavírus. O número representa 4,6% da população brasileira (211,5 milhões de habitantes).

Em relação ao mês anterior, houve crescimento de 1,6 ponto percentual no total de pessoas que não seguiram o isolamento social. Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Covid-19 e foram divulgados hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A pesquisa mostra que 93,8 milhões de pessoas (44,3% da população) reduziram o contato social, mas continuaram saindo de casa, um aumento de 4,6 ponto em relação a setembro.

Outras 80,7 milhões de pessoas (38,2%) ficaram em casa e só saíram por necessidade básica (queda de 2,2 p.p.), e 26,3 milhões (12,4%) ficaram rigorosamente isolados (-3,9 p.p.).

A queda na adesão ao distanciamento social é apontada como uma das causas para o aumento no número de casos e mortes pela covid-19 nas últimas semanas.

Desemprego

A pesquisa do IBGE também apontou que a taxa de desemprego no país aumentou de 14% em setembro para 14,1% em outubro, maior resultado desde que o levantamento começou, em maio.

A população desempregada cresceu de 13,486 milhões de pessoas em setembro para 13,763 milhões em outubro, um aumento de 2,1%, cerca de 277 mil pessoas a mais.

Já a população ocupada totalizou 84,134 milhões em outubro, um aumento de 1,4% em relação aos 82,934 milhões em setembro (1,2 milhão de vagas a mais). No entanto, o total de ocupados ainda não retomou o patamar de maio, quando somava 84,404 milhões de pessoas.

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