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Anvisa faz nova reunião com a União Química para tratar da vacina Sputnik V

A Sputnik V tem eficácia de 91,4% contra o coronavírus, segundo o Instituto Gamaleya, da Rússia - Adriana Toffetti/A7 Press/Estadão Conteúdo
A Sputnik V tem eficácia de 91,4% contra o coronavírus, segundo o Instituto Gamaleya, da Rússia Imagem: Adriana Toffetti/A7 Press/Estadão Conteúdo

Do UOL, em São Paulo

25/01/2021 21h55Atualizada em 25/01/2021 22h03

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) se reuniu novamente com a farmacêutica União Química, responsável pela vacina Sputnik V no Brasil, para detalhar quais informações devem ser apresentadas pela empresa para dar seguimento ao pedido de aprovação para a realização de ensaios de fase 3 no país.

O início da fase 3 é requisito fundamental para que um laboratório possa pleitear um pedido de uso emergencial da vacina em território nacional. Há pouco mais de uma semana, a Anvisa chegou a rejeitar um pedido da União Química para uso emergencial do imunizante exatamente porque esta etapa dos estudos ainda não foi autorizada no país.

Segundo a agência, o principal ponto da reunião foram os dados técnicos que precisam constar no Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamentos (DDCM), a ser apresentado pela União Química. A empresa indicou que deve começar em breve o envio desses documentos.

Esse tipo de encontro faz parte das ações que a Anvisa tem adotado com todas as empresas que pretendem ter vacinas autorizadas no país. Hoje, também foi feita uma reunião com a Anmat (Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica), equivalente à Anvisa na Argentina, mas o assunto não foi especificado.

Questionada pelo UOL, a agência confirmou o encontro virtual, que tinha como objetivo "realizar a troca de informações, como é prática da Anvisa com agências de outros países".

Na Argentina, a vacina Sputnik V já foi autorizada e está sendo utilizada na campanha de vacinação contra a covid-19. Até o momento, outros 11 países aprovaram o uso do imunizante, incluindo Paraguai, Bolívia, Venezuela, Belarus e Palestina.

A vacina tem eficácia de 91,4%, segundo o Instituto Gamaleya, na Rússia, responsável por desenvolvê-la.

(Com Agência Brasil)

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