Solar Impulse terá que pousar no Japão em consequência do mau tempo

Da AFP, em Pequim

  • Divulgação/Global Newsroom/EFE

    O Solar Impulse 2 decola de aeroporto na cidade de Nankin, na China, rumo ao Havaí, nos EUA, para realizar a travessia do Pacífico

    O Solar Impulse 2 decola de aeroporto na cidade de Nankin, na China, rumo ao Havaí, nos EUA, para realizar a travessia do Pacífico

O avião Solar Impulse 2, que iniciou no domingo (31) a viagem rumo ao Pacífico, terá que pousar em Nagoya, no Japão, em consequência do mau tempo previsto em sua trajetória até o Havaí, anunciaram os organizadores.

"As condições meteorológicas pioraram. Decidimos fazer um pouso intermediário em Nagoya", anunciaram no Twitter os organizadores da expedição.

A aeronave com painéis solares, pilotada pelo suíço André Borschberg, se viu obrigado nesta segunda-feira a interromper a viagem para o Pacífico e teve que realizar um voo de espera acima do Mar do Japão.

O pouso foi confirmado por Bertrand Piccard, o segundo piloto do avião, que se alterna com Borschberg no comando da aeronave.

"Vamos esperar condições melhores para seguir a viagem", disse Piccard.

O Solar Impulse 2 decolou no domingo às 2H40 (15H40 de Brasília, sábado) de Nankin (leste da China) para a etapa mais perigosa de sua volta ao mundo, na qual o suíço deveria pilotar de modo solitário por seis dias e seis noites.

O avião decolou em 9 de março em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) e até o momento fez escalas em Omã, Índia, Mianmar e China.

A aventura deve durar, a princípio, cinco meses, com 25 dias de voo efetivo, antes do retorno a Abu Dhabi.

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