Análise mostra metais pesados no rio Doce

De Vitória (ES)

  • Antônio Cota/Diário do Rio Doce

    Trecho do rio Doce, em Minas Gerais, que foi afetado pela lama originada do rompimento de duas barragens em Mariana

    Trecho do rio Doce, em Minas Gerais, que foi afetado pela lama originada do rompimento de duas barragens em Mariana

O resultado da análise laboratorial das amostras de água coletadas no rio Doce, em Minas Gerais, apontou níveis acima das concentrações aceitáveis de metais pesados como mercúrio, arsênio, ferro e chumbo na lama que escorreu para o rio com o rompimento das barragens em Mariana (MG). O prefeito de Baixo Guandu (ES), Neto Barros (PCdoB), confirmou a informação.

"Para se ter uma ideia, a quantidade de arsênio encontrada na amostra foi de 2,6394 miligramas e o aceitável é de no máximo 0,01 miligrama", afirmou. "Encontramos praticamente a Tabela Periódica inteira na água."

Em nota, a Samarco afirmou que o rejeito armazenado nas barragens não era tóxico e disse desconhecer o laudo técnico. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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