Prefeito italiano escapa de inquérito sobre 'favores sexuais'

MÂNTUA, 22 DEZ (ANSA) - A Procuradoria da República em Mântua, no norte da Itália, pediu na última quinta-feira (21) o arquivamento do inquérito contra o prefeito da cidade, Mattia Palazzi, 39 anos, por suspeita de pedir "favores sexuais".   

Palazzi era investigado por "tentativa de concussão continuada" contra a vice-presidente de uma ONG cultural, Elisa Nizzoli, 39, ao supostamente ter feito uma "proposta indecente" para assinar um convênio entre a Prefeitura e a entidade.   

A denúncia não havia sido apresentada pela suposta vítima, mas sim por um conselheiro municipal (vereador) de oposição que recebera mensagens de telefone mostrando uma "conversa erótica" entre Palazzi e a vice-presidente da ONG.   

No entanto, os investigadores descobriram que as mensagens haviam sido manipuladas por Nizzoli e enviadas a vários conhecidos. O tom íntimo da conversa é verdadeiro, mas a vice-presidente da entidade acrescentou frases que faziam referência ao papel institucional do prefeito.   

"Tinha declarado desde o início que era estranho a essa grave acusação. Vivi um pesadelo, mas sempre confiei na magistratura", disse Palazzi. No entanto, ele continua sob investigação por suspeita de abuso de poder em convênios da Prefeitura com diversas associações.   

Já Nizzoli passou a ser investigada por dar informações falsas aos procuradores. (ANSA)
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