Cheia do rio Sena gera alerta na França

A cheia dos rios Sena, Marne e outros canais da França provocaram o aumento do nível de preocupação nas autoridades em Paris. O Serviço de Informações sobre Risco de Inundações de Rios da França (Vigicrues, na sigla em francês) emitiu um "alerta laranja", ou seja, risco de inundações com transbordamentos significativos, para as regiões de Paris, Châlons-en-Champagne, Lyon, e Besançon.

Em Paris, onde o alerta máximo é para o rio Sena, prevê-se que nesta quarta-feira (24), o nível do canal suba em até seis metros - e que continue com elevação até sexta-feira. A Zouave, estátua que é "ponto de referência" para as inundações, localizada na Ponte de L'Alma - que cruza o rio - tem água até os joelhos.

Cinco estações da RER, o metrô regional, foram fechadas. Elas ficam na ala RERC, uma das principais da cidade - que tem seu trajeto em volta do rio Senna - e passam por alguns pontos turísticos da cidade, como a Torre Eiffel. 

Além disso, a polícia local proibiu o trânsito no túnel de Tuileries, entre as pontes de Garigliano e Bir-Hakeim. A catedral de Notre-Dame também está em alerta, e, caso necessário, o local será evacuado A Câmara Municipal de Paris disse que está "vigilante" com a situação.

Em junho de 2016, a inundação do rio atingiu seu nível mais alto, elevando em 6,10 metros. Naquele ano, em meio a situação, o Museu do Louvre transferiu algumas obras de arte para outros locais e, o Museu de Orsay ficou fechado.

De acordo com os jornais franceses, essa inundação pode ser a terceira maior da história. As outras duas aconteceram em 1910 e em 2016. 



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