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Itália recomenda ampliar prazo para aplicação da 2ª dose da vacina da Pfizer

Profissionais de saúde preparam doses da vacina Pfizer-BioNTech em centro de inoculação em Nápoles, na Itália - Ciro De Luca/Reuters
Profissionais de saúde preparam doses da vacina Pfizer-BioNTech em centro de inoculação em Nápoles, na Itália Imagem: Ciro De Luca/Reuters

05/05/2021 11h58Atualizada em 05/05/2021 12h48

O Ministério da Saúde da Itália recomendou hoje uma ampliação no intervalo entre as duas doses da vacina da Pfizer para 42 dias.

A farmacêutica diz que só garante a eficácia do imunizante com diferença de 21 dias entre as duas aplicações, enquanto a OMS (Organização Mundial da Saúde) admite um prazo de até seis semanas.

De acordo com circular do Ministério da Saúde, é "recomendável" adiar a segunda dose da vacina da Pfizer "até a sexta semana" a partir da primeira aplicação, já que ainda existe um "número significativo" de indivíduos vulneráveis que não foram imunizados.

A fórmula da Pfizer é a mais usada até o momento na Itália, que já aplicou 21,6 milhões de doses de imunizantes contra o novo coronavírus (incluindo também Moderna, AstraZeneca e Janssen), sendo que 6,5 milhões de pessoas já estão totalmente vacinadas, pouco mais de 10% da população nacional.

No Brasil, a vacina da Pfizer será aplicada com intervalo de três meses entre as doses, seguindo o modelo adotado no Reino Unido.

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