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Áustria diz que não entrará na Otan, mas critica Putin

11.mai.22 - O ministro das Relações Exteriores da Áustria, Alexander Schallenberg, fala durante uma entrevista coletiva com o chanceler austríaco Karl Nehammer e o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres em Viena, Áustria - LISA LEUTNER/REUTERS
11.mai.22 - O ministro das Relações Exteriores da Áustria, Alexander Schallenberg, fala durante uma entrevista coletiva com o chanceler austríaco Karl Nehammer e o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres em Viena, Áustria Imagem: LISA LEUTNER/REUTERS

16/05/2022 08h15Atualizada em 16/05/2022 08h59

O governo da Áustria reiterou nesta segunda-feira (16) que não pretende ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), mas criticou o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

Assim como Finlândia e Suécia, a Áustria é integrante da União Europeia, porém não da Otan, e prega uma postura de neutralidade militar entre o Ocidente e Moscou.

No entanto, os dois países escandinavos mudaram de ideia em função da invasão russa à Ucrânia e já abriram caminho para suas candidaturas a membros da aliança euro-atlântica.

"A estratégia de Vladimir Putin, com o ingresso de Finlândia e Suécia na Otan, escorregou por suas mãos. A Áustria permanecerá neutra, mas isso é, sem dúvidas, mais um sinal da unidade europeia", afirmou o ministro austríaco das Relações Exteriores, Alexander Schallenberg, antes de uma reunião da UE em Bruxelas.

Os parlamentos sueco e finlandês votarão as candidaturas dos dois países à Otan nesta semana, que devem ser aprovadas com ampla maioria em ambos os casos.

Por sua vez, a Rússia disse que a entrada dos países escandinavos na aliança será um "grave erro com consequências de vasto alcance".

"O nível geral de tensões militares aumentará, e haverá menos previsibilidade nesse campo. É um pecado que o bom senso seja sacrificado", ressaltou o vice-ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Ryabkov.