Trump vende mansão na Flórida a russo por US$ 100 milhões

Em Miami

  • Wikimedia/Reprodução

    A mansão vendida por Trump em Palm Beach

    A mansão vendida por Trump em Palm Beach

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vendeu para um russo, por cerca de US$ 100 milhões, uma mansão litorânea que fica a cerca de 6,4 quilômetros ao norte de seu clube, Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida.

O jornal local "My Palm Beach Post", que durante anos acompanhou o destino da mansão, afirmou nesta sexta-feira (10) que conseguiu confirmar "o que todos em Palm Beach já sabiam: o presidente Trump vendeu a propriedade a um russo por US$ 100 milhões".

O jornal baseou a confirmação em uma extensa entrevista sobre temas econômicos que Trump concedeu ontem à emissora "CNBC".

O "Miami Herald" também noticiou o negócio afirmando que a casa estava "encalhada" até que apareceu um "milionário russo". Trata-se de Dmitry Rybolovlev, conhecido na Rússia como o "rei do fertilizante".

"Acabo de vender uma casa em Palm Beach por aproximadamente US$ 100 milhões", disse o presidente aos apresentadores do programa "Squawk Box", da "CNBC".

A mansão tem 7.442 metros quadrados. Ela foi comprada por Trump por US$ 41,3 milhões em 2004, quando o ex-proprietário, o magnata da saúde Abe Gosman, foi à falência.

O republicano investiu depois US$ 25 milhões em reformas e tinha fixado em 2006 um preço de venda de US$ 125 milhões, mas decidiu reduzi-lo neste ano, segundo o "My Palm Beach Post".

O jornal disse que se o contrato for levado adiante a venda será um recorde em Palm Beach. Até então, a transação imobiliária mais cara da região foi de US$ 81,5 milhões.

Um dos jornalistas da "CNBC" perguntou ao presidente se ele faria o russo colocar uma bandeira americana na frente da casa tão grande como a que Trump quis instalar na mansão de Mar-a-Lago e que causou grande polêmica no pequeno povoado ao norte de Miami.

Trump respondeu que sim e que, por baixo da bandeira americana poderia haver uma da Rússia, segundo o "My Palm Beach Post".

Antes das eleições presidenciais de 2016, a CIA concluiu que a Rússia lançou ciberataques nos EUA com o objetivo de ajudar Trump a vencer o pleito. As relações de funcionários do governo e da campanha do republicano com os russos também estão sendo investigadas pelas agências de inteligência.
 

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