Trump discute com presidente egípcio crise com Catar e ameaça norte-coreana

Washington, 5 jul (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou nesta quarta-feira por telefone com seu homólogo egípcio, Abdel Fatah al Sisi, sobre a crise do Catar com seus vizinhos árabes e a ameaça da Coreia de Norte, segundo a Casa Branca.

Trump dialogou com o presidente egípcio a bordo do avião presidencial Air Force One rumo à Polônia, onde aterrissará esta noite para iniciar uma excursão europeia, durante a qual participará da cúpula do G20 na cidade alemã de Hamburgo.

Sobre a crise provocada pela decisão tomada por Egito, Bahrein, Emirados Árabes Unidos (EAU) e Arábia Saudita de romper relações diplomáticas com o Catar, Trump convidou "todas as partes a negociar de maneira construtiva para resolver a disputa", informou a Casa Branca em um comunicado.

Além disso, o presidente americano reiterou a "necessidade de todos os países" cumprirem com os compromissos adotados na cúpula de Riad que ele liderou no final de maio para "conter o financiamento do terrorismo e desacreditar a ideologia extremista".

No início da crise diplomática, Trump se posicionou a favor dos países, liderados pela Arábia Saudita, que acusam o Catar de apoiar o terrorismo e impuseram um bloqueio terrestre, marítimo e aéreo.

Nesta quarta-feira, os ministros de Relações Exteriores de Egito, Bahrein, EAU e a Arábia Saudita iniciaram uma reunião no Cairo para discutir que postura adotar sobre o Catar, após o fim do prazo dado ao país para que cumpra uma série de exigências.

Entre essas demandas está o fechamento da emissora "Al Jazeera", o fim das relações diplomáticas com o Irã e o fechamento de uma base militar turca em seu território.

Por outro lado, Trump também abordou na conversa com Al Sisi a "ameaça" da Coreia do Norte após o lançamento de um míssil balístico intercontinental por parte do regime de Pyongyang.

De acordo com a Casa Branca, Trump ressaltou a "necessidade de todos os países aplicarem plenamente" as resoluções do Conselho de Segurança da ONU sobre a Coreia do Norte, além de deixar de "hospedar" trabalhadores norte-coreanos e de "proporcionar benefícios econômicos e militares" a Pyongyang.

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