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Likud, partido de Netanyahu, lidera pesquisa das eleições antecipada

27/12/2018 11h27

Jerusalém, 27 dez (EFE).- Uma pesquisa publicada nesta quinta-feira pelo jornal "Israel Hayom" indica que o partido Likud, do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, obteria uma cadeira a mais do que as 30 atuais e manteria com folga a liderança em relação aos opositores políticos nas eleições que foram antecipadas para abril do ano que vem.

A plataforma de centro-esquerda União Sionista (formada pelo Partido Trabalhista e pelo centrista Hatnuah), que é hoje o segundo partido mais numeroso, com 24 das 120 cadeiras que o Parlamento tem, cairia para sete parlamentares. O segundo partido em intenções de voto seria o hipotético grupo que, conforme rumores, o centrista Benny Gantz, ex-chefe do Estado maior, quer fazer. Essa formação conseguiria 15 cadeiras.

A Lista Árabe Unida (que reúne os partidos árabes e o antigo Partido Comunista) perderia um dos 13 assento atuais. O partido Yesh Atid, liderado pelo centrista Yair Lapid, e o ultranacionalista Lar Judaico, do titular de Educação, se igualariam, com 11 assentos cada um.

A formação do ministro de Finanças, Moshe Kahlon, Kulanu (Todos Nós) perderia cinco assentos dos dez que obteve em 2014, se as eleições fossem hoje.

Segundo a pesquisa, o novo partido de centro anunciado pela deputada Orly Levy-Abekasis obteria seis assentos, enquanto a formação de esquerda Meretz conseguiria cinco. O Judaísmo da Torá Unida subiria para sete cadeiras (das seis atuais), e o Shas cairia para quatro (das 7 que obteve em 2014); as duas formações ultraorotodoxas que fizeram parte da coalizão governamental.

Por último, o levantamento aponta a que o partido Israel é Nosso Lar, do ex-ministro de Defesa, Avigdor Lieberman, que renunciou no mês passado por oposição à trégua em Gaza, obteria quatro cadeiras, sendo um dos menos votados.

A pesquisa, que será publicada na íntegra amanhã no "Israel Hayom" e foi encomendada após o anúncio das eleições antecipadas para 9 de abril, ouviu 507 adultos. A margem de erro é de 4,3%. EFE

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