Pedro Ladeira/Folhapress

CPI do Cachoeira

Depoentes ligados ao governador de Goiás ficam calados em CPI

Maria Carolina Marcello

Em Brasília

Duas pessoas ligadas ao governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), compareceram nesta terça-feira (26) à CPI que investiga as ligações de Carlinhos Cachoeira com políticos e empresários, mas se recusaram a responder perguntas dos parlamentares.

Primeiro a depor na comissão nesta terça, o ex-funcionário do governo de Goiás Lúcio Fiúza Gouthier compareceu à sessão apenas para informar que se manteria calado.

Amparado por um habeas corpus e acompanhado de uma advogada, Gouthier, que era assessor do governador de Goiás, declarou que usaria seu "direito constitucional de permanecer em silêncio".

O ex-assessor foi convocado para dar detalhes sobre a venda de um imóvel que pertencia ao governador. Cachoeira passou a morar na casa, onde foi preso em fevereiro, acusado de comandar uma rede de jogos ilegais.

Segundo depoente

Após Gouthier, foi a vez de Écio Antonio Ribeiro, sócio de empresa em nome da qual a casa vendida por Perillo foi registrada, anunciar que se resguardaria e permaneceria calado.

Ribeiro também está amparado por uma decisão liminar do STF, que o autoriza a permanecer em silêncio.

A comissão ainda ouve o último depoente, o arquiteto Alexandre Milhomen, na expectativa de obter detalhes sobre a casa. Milhomen foi contratado para reformar o imóvel no ano passado.

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