Base militar dos EUA entra em estado de emergência após falso alerta

Por Ian Simpson

WASHINGTON (Reuters) - A Base Conjunta de Andrews, instalação militar perto de Washington que abriga o avião do presidente dos Estados Unidos, foi brevemente colocada em estado de alerta nesta quinta-feira em meio a relatos - soube-se depois, errados - de que havia um homem armado à solta, em meio a um exercício pré-planejado para testar as respostas a um atirador em ação.

Militares subsequentemente emitiram uma mensagem de que não havia problemas após cerca de uma hora na base, onde funcionários foram enviados para abrigos.

Um representante da Defesa dos EUA disse que uma segunda missão de vasculhamento foi realizada em uma instalação médica apenas por “cuidado”.

“Felizmente, essa não foi uma situação de ameaça a vidas”, disse o coronel Brad Hoagland, comandante da base, em comunicado. “Levamos a sério todas as ameaças e reagimos para garantir a segurança das pessoas na base.” 

A instalação militar estava planejada para realizar um exercício sobre um inesperado atirador nesta quinta-feira, informaram representantes pelo Twitter. 

Mas, segundo autoridades, houve uma “identificação errônea” de uma equipe de segurança emergencial que estava conduzindo uma inspeção de rotina no centro médico de Malcolm Grow, localizado no lado oposto à base. 

Isso levou a falsos relatos de que havia um atirador verdadeiro à solta no hospital, embora não se tenha notícias de tiros ou vítimas. 

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