Presidente turco diz que continuará a limpar "vírus" da instituições estatais

Aykin Aytekin

Em Istambul

  • Aris Messinis/ AFP

    O presidente turco, Tayyip Erdogan, durante funeral neste domingo (17)

    O presidente turco, Tayyip Erdogan, durante funeral neste domingo (17)

O presidente turco, Tayyip Erdogan, prometeu neste domingo (17) continuar a limpar o "vírus" responsável pela tentativa de golpe na sexta-feira (15) de todas as instituições do Estado --uma referência ao seu adversário de longa data, o clérigo baseado nos Estados Unidos Fethullah Gulen.

Falando em um funeral de pessoas mortas na violenta sexta-feira, Erdogan disse que a tentativa de golpe pelo "grupo terrorista", liderado por Gulen, foi derrubada por vontade nacional.

Ele disse que os membros do grupo Gulen, que ele disse ter "arruinado" as forças armadas, estão sendo presos em todas as fileiras do exército.

12 horas refém

O chefe do Estado-Maior da Turquia, Hulusi Akar, tomado como refém durante 12 horas no marco do fracassado golpe de Estado, explicou neste domingo que foi detido e ameaçado por seus colaboradores mais próximos, informa o canal "NTV".

O general relatou ontem, em reunião a portas fechadas com os líderes dos partidos políticos no parlamento turco, que alguns de seus colaboradores o ameaçaram com suas armas e lhe forçaram a assinar a declaração dos golpistas, segundo o meio. Akar passou 12 horas detido na base aérea Akinci, situada perto de Ancara, antes de ser resgatado.

Tanques e caças são usados durante tentativa de golpe na Turquia

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