Mulher de homem morto pela polícia em Charlotte disse que ele ameaçou a família

Por Colleen Jenkins

WINSTON-SALEM, EUA (Reuters) - Um ano antes de Keith Scott ter sido morto a tiros por um policial em Charlotte, na Carolina do Norte, Estados Unidos, a mulher dele disse em documentos judiciais que ele havia se dito um “assassino” e ameaçado matar a família com a sua arma.

Rakeyia Scott buscou uma ordem de proteção para violência doméstica contra o seu marido em 5 de outubro de 2015 no condado de Gaston, na Carolina do Norte, segundo uma cópia do documento publicada online pela Timer Warner Cable News nesta terça-feira.

Ela disse num pedido para a ordem de proteção que dias antes o pai de sete crianças havia batido no filho de 8 anos na cabeça e a havia chutado. Em 4 de outubro, ele ameaçou matá-los, segundo ela.

“Ele disse que é um assassino e que nós devemos saber disso”, afirmou ela em documentos judiciais. Neles, ela declarou que Scott trabalhava como agente de segurança num centro comercial local e carregava uma arma.

A polícia de Charlotte tem dito que Scott, de 43 anos, estava armado em 20 de setembro quando foi morto a tiros por um policial.

O incidente provocou uma semana de protestos, às vezes violentos, e fez da maior cidade da Carolina do Norte o mais recente foco da controvérsia sobre a morte de homens negros pela polícia nos EUA.

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