UE diz que vistoria nas fronteiras ainda é necessária apesar de redução de imigrantes

BRUXELAS (Reuters) - O Executivo da União Europeia disse nesta quarta-feira que as vistorias de emergência nas fronteiras, adotadas dentro da zona de livre circulação da Europa por países como a Alemanha e a Suécia para deter a entrada em massa de imigrantes, ainda se justifica, embora o número de recém-chegados tenha diminuído.

A Comissão Europeia disse, porém, que isso não significa que os cinco Estados em questão --que incluem Noruega, Dinamarca e Áustria-- terão permissão automática para ampliar suas medidas de fronteiras extraordinárias dentro do chamado Espaço Schengen depois que as atuais medidas expirarem em 12 de novembro.

A UE suspendeu temporariamente algumas das regras do pacto de Schengen, já que os países-membros se viram sobrecarregados pela chegada de cerca de 1,3 milhão de refugiados e imigrantes em 2015, o que representou um golpe na integração europeia.

A Comissão disse que as vistoria nas fronteiras "continuam segundo as condições" acordadas para sua implementação e que não há necessidade de qualquer mudança.

A maioria das pessoas que alcançaram o bloco no ano passado seguiu para o norte, rumo à Alemanha e a outros Estados ricos da UE.  

(Por Gabriela Baczynska)

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