Exército libanês efetua operações contra jihadistas na fronteira com a Síria
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9.dez.2013 - Manifestantes antigoverno protestam em rua de Bancoc nesta segunda-feira (9) para exigir a saída da primeira-ministra, Yingluck Shinawatra. Hoje, a premiê anunciou a dissolução do Parlamento e convocou eleições para até 60 dias. A Tailândia vive uma onda de protestos há quase 15 dias VEJA MAIS > Imagem: Dylan Martinez/Reuters
Beirute, 9 dez (EFE).- O Exército libanês efetuou nas últimas horas uma série de operações de segurança nas zonas montanhosas de Arsal e Qalamun, no leste do Líbano e na fronteira com a Síria, onde diversos supostos jihadistas foram mortos.

A campanha militar contra os extremistas contou com a participação de helicópteros de combate e de reconhecimento, segundo a agência oficial "ANN".

As baixas nas forças jihadistas ocorreram na região de Wadi Hmeid, onde os radicais se concentravam após o fechamento das estradas pelo Exército no dia anterior.

O número exato de vítimas ainda não foi divulgado, mas a "ANN" citou vários feridos. Os militares proibiram que a maioria dos feridos entrasse em Arsal para receber tratamento.

O Exército libanês reforçou na segunda-feira as medidas de segurança em Arsal para cercar os jihadistas do Estado Islâmico (EI) e da Frente al Nusra, que frequentemente atacam suas posições nesta região.

Estes grupos jihadistas mantêm 25 militares e policiais libaneses sequestrados desde agosto, quando ambos os grupos protagonizaram duros conflitos em Arsal, que resultou a morte de pelo menos 19 soldados.

Quatro soldados sequestrados em agosto foram executados. A negociação para a libertação dos restantes está estagnada após a retirada do Catar.

Também em Arsal, um bombardeio efetuado pela aviação do regime sírio, que ataca com frequência a região, causou a morte de três pessoas.

Desde a explosão do conflito na Síria, em março de 2011, aumentaram os atentados, sequestros, confrontos armados e outros incidentes de violência no Líbano, dividido entre os partidários e opositores do presidente sírio, Bashar al Assad.

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