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De olho nas redes, Moraes quer barrar extremistas em 7 de setembro
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A prisão nesta sexta-feira (22) do homem que ameaçou ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não foi um fato isolado. Por meio dos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos, dos quais é relator, o ministro Alexandre de Moraes tem monitorado a atuação de grupos de extremistas nas redes sociais. A intenção é evitar ameaças e ataques à Corte e a instituições do país, especialmente no Sete de Setembro.
Antes do Sete de Setembro do ano passado, Moraes bloqueou uma série de contas de pessoas suspeitas de organizar atos contra a democracia. O clima do feriado do ano passado ficou ainda mais tenso porque o presidente Jair Bolsonaro fez discursos com ataques ao STF, chamou as eleições de "farsa", disse que só sairia do cargo "preso ou morto" e pregou a desobediência a ordens judiciais.
A pessoas próximas, Moraes disse que a prisão de hoje contribui, ainda, para conter a crescente violência política no período eleitoral. Para integrantes do STF, a morte do petista em Foz do Iguaçu (PR), no início do mês, mostra que o extremismo nas campanhas ainda pode subir neste ano, e o Judiciário precisa atuar para impedir crimes com motivação política.
Moraes vai assumir a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em 16 de agosto. Nos últimos dias, mostrou que não vai tolerar agressões nas campanhas. Na segunda-feira (18), ele proibiu que canais bolsonaristas façam postagens que associem o PT ao fascismo, ao nazismo ou ao crime organizado. Entre ministros do STF e do TSE, a postura firme de Moraes é bem avaliada.
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