PUBLICIDADE
Topo

Diogo Schelp

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Até mais

Diogo Schelp

Diogo Schelp é jornalista com 20 anos de experiência. Foi editor executivo da revista VEJA e redator-chefe da ISTOÉ. Durante 14 anos, dedicou-se principalmente à cobertura e à análise de temas internacionais e de diplomacia. Fez reportagens em quase duas dezenas de países. Entre os assuntos investigados nessas viagens destacam-se o endurecimento do regime de Vladimir Putin, na Rússia, o narcotráfico no México, a violência e a crise econômica na Venezuela, o genocídio em Darfur, no Sudão, o radicalismo islâmico na Tunísia e o conflito árabe-israelense. É coautor dos livros ?Correspondente de Guerra? (Editora Contexto, com André Liohn) e ?No Teto do Mundo? (Editora Leya, com Rodrigo Raineri).

Colunista do UOL

29/10/2021 09h00

Chega ao fim, hoje, minha colaboração com o UOL.

Ao longo de dois anos e sete meses, publiquei aqui 540 artigos, entre análises de política nacional e internacional, notícias exclusivas e entrevistas. Uma média de mais de quatro textos por semana.

Procurei não massacrar os leitores com ideias repetidas, fórmulas prontas e títulos que não condizem com o conteúdo.

Tive a honra de fazer duas temporadas do podcast Baixo Clero ao lado de Carla Bigatto e Maria Carolina Trevisan, de conduzir as sabatinas dos candidatos à prefeitura de São Paulo na companhia de Camila Mattoso, da Folha de S.Paulo, e, mais recentemente, de contribuir com análises e entrevistas no UOL News, sob as batutas de Fabíola Cidral e Diego Sarza.

Em uma das minhas últimas colunas, o leitor Paulo Eugenio Pachechenik escreveu o seguinte (sim, eu leio os comentários): "Diogo Schelp e sua cruzada contra as ditaduras, sejam elas de qualquer cor ou matiz. Brasil deve se prevenir dos supostos grandes homens salvadores da pátria, aqueles que polarizam as discussões. Obrigado pelo seu artigo."

Eu que agradeço. Fico com a sensação de missão cumprida.

Até mais.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL