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Leonardo Sakamoto

Damares quer ser 1ª mulher a chefiar Senado, mas toparia vice de Bolsonaro

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Leonardo Sakamoto

É jornalista e doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. Cobriu conflitos armados em países como Timor Leste e Angola e violações aos direitos humanos em todos os estados brasileiros. Professor de Jornalismo na PUC-SP, foi pesquisador visitante do Departamento de Política da New School, em Nova York (2015-2016), e professor de Jornalismo na ECA-USP (2000-2002). Diretor da ONG Repórter Brasil, foi conselheiro do Fundo das Nações Unidas para Formas Contemporâneas de Escravidão (2014-2020) e comissário da Liechtenstein Initiative - Comissão Global do Setor Financeiro contra a Escravidão Moderna e o Tráfico de Seres Humanos (2018-2019). É autor de "Pequenos Contos Para Começar o Dia" (2012), "O que Aprendi Sendo Xingado na Internet" (2016), ?Escravidão Contemporânea? (2020), entre outros livros.

Colunista do UOL

05/05/2022 08h49

Damares Alves, ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, afirmou, em entrevista ao UOL News, nesta quarta (5), que será a "primeira mulher presidente do Senado". Ela é pré-candidata no Distrito Federal pelo Republicanos. Mas também disse que aceitaria um convite para compor a chapa de Jair Bolsonaro (PL) como vice-presidente.

Desde 1826, quando foi criado no Império, o Senado nunca foi comandado por uma mulher, com exceção de momentos em que elas substituíram o presidente da casa por curtos períodos.

A câmara alta do parlamento vem funcionando como um contrapeso ao governo Bolsonaro, que conta com maioria folgada na Câmara dos Deputados, tendo sido palco, inclusive, da CPI da Covid. Por isso, o presidente convocou aliados conhecidos do público para disputarem o Senado, em outubro, como Damares. Um terço (27) das cadeiras estão em jogo.

Mas apesar de afirmar que, hoje, a eleição legislativa lhe encanta mais pelo sonho de presidir o Senado, a ex-ministra disse que se Bolsonaro decidir que ela seria útil a um segundo governo dele, ela aceitaria o convite para ser vice-presidente em sua chapa.

"Estou em um projeto nacional com o presidente Bolsonaro e eu vou jogar no time que ele me escalar e na posição que ele me escalar", afirmou.

O nome de Damares Alves é aventado como uma possibilidade para compor a chapa presidencial, dada a sua popularidade junto ao público evangélico, porém o mais cotado até o momento é o ex-ministro da Defesa e ex-ministro da Casa Civil, general Braga Netto, que hoje atua como assessor especial da Presidência da República e se filiou ao PL.