Protestar por quê? Manifestantes de ato em SP contam seus motivos

Do UOL, em São Paulo

Manifestantes reunidos no largo da Batata, na zona oeste da capital paulista, contam os motivos que os levaram ao protesto desta sexta-feira.

A manifestação foi marcada no local por diversos movimentos sociais e sindicatos, como o MTST, o Sindipro-SP (que representa professores do ensino particular de São Paulo) e a FPSM (Frente Povo Sem Medo) e é parte da greve geral contra as reformas anunciadas pelo governo Temer. 

Na concentração, havia muitas famílias com idosos e inclusive crianças. "Essa já é a quarta manifestação em que trazemos ela, para desde cedo ela entender o que é democracia e exercitar a cidadania, só assim esse país vai mudar", diz Thiago Carneiro, analista de TI de 38 anos, que compareceu ao protesto com a filha de 2 anos, a mulher, a cunhada e a mãe. "Até concordo que a legislação trabalhista e a Previdência precisam ser reformadas em alguns pontos, mas do jeito que foi feito e nem por um governo sem legitimidade que nem esse", afirma o analista.

O ministro da Justiça, Osmar Serraglio, em entrevista ao UOLcriticou as paralisações feitas em todo o país desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira (28). "Pode até haver quem tenha aderido. Mas o que quero dizer é que não teve a expressão que se anunciava. Numa greve geral, as consequências e a visibilidade certamente são outras, não a que nos percebemos. Essas paralisações são muito pontuais", afirmou o ministro.

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