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15 dias

Noivos internados após ganharem doces envenenados recebem alta em MG

Dione Quirino, de 35 anos, e Amanda Cássia Lopes, de 27, iam casar no civil e na igreja no último final de semana - Reprodução/ Arquivo pessoal
Dione Quirino, de 35 anos, e Amanda Cássia Lopes, de 27, iam casar no civil e na igreja no último final de semana Imagem: Reprodução/ Arquivo pessoal

Do UOL, em São Paulo

27/09/2021 14h34Atualizada em 27/09/2021 14h34

Quatro dias após serem envenenados um dia antes do casamento, na sexta-feira (24), os noivos Dione Quirino e Amanda Cássia Lopes receberam alta do Hospital Municipal de Jaíba (MG), junto com a mãe e cunhada de Amanda. Segundo o irmão da noiva, a alta veio um dia após realização de bateria de exames, já que eles apresentaram quadro de pneumonia após intoxicação alimentar.

"Eles receberam alta entre as 9h e 10h horas. Eu que fui buscá-los", afirma Gustavo Henrique Lopes da Silva, irmão de Amanda, em conversa com o UOL.

A situação dos familiares de Gustavo segue melhorando agora com a volta de ambos para casa. "Já estão todos bem, estão descansando agora", disse Gustavo.

Internação

O casal foi internado na quinta-feira (23) no Hospital Municipal de Jataí, junto com mais dois familiares - a mãe e a cunhada de Amanda. Na ocasião, a família havia comido doces que chegaram à casa deles na hora do almoço como presente, um dia antes do casamento civil de Dione e Amanda.

Uma sobrinha de Amanda, de apenas dois anos, e o cachorro da família também comeram o doce. O animal morreu pouco depois de ingerir um pedaço do chocolate. Já a sobrinha precisou ser transferida para um hospital em Janaúba (MG), porém recebeu alta já na sexta-feira pela tarde.

Uma ex-namorada de Dione foi detida e teve a prisão temporária decretada por suspeita de ser a autora do crime. Segundo o delegado Marconi Vieira Rocha, a suspeita não aceitava o novo relacionamento de Dione. Ela ainda enviou os doces de outra cidade para tentar despistar a polícia, segundo a corporação. O nome dela não foi divulgado e, portanto, não foi possível ter acesso à sua defesa.

Gustavo conta que no dia do incidente, um número desconhecido de WhatsApp entrou em contato com a irmã para avisar da entrega. Segundo ele, o telefone pertence a pessoas que estão na Argentina e não tinham conhecimento do ocorrido.

Apesar da apreensão, Gustavo conta que a família está bem e acompanha as investigações. A polícia ainda não divulgou informações sobre o conteúdo dos doces e ainda está investigando o caso.

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