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PF apreende carros avaliados em R$ 1 mi ligados a empresário morto no Rio

Empresário foi assassinado a tiros na saída de casa noturna no Rio de Janeiro - Divulgação/Polícia Federal
Empresário foi assassinado a tiros na saída de casa noturna no Rio de Janeiro Imagem: Divulgação/Polícia Federal

Do UOL, em São Paulo

22/01/2022 09h52

A Polícia Federal apreendeu ontem quatro carros de luxo, avaliados em R$ 1 milhão, em endereços vinculados a um empresário que foi assassinado, na madrugada de quinta-feira (20) ao sair de uma boate no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Em operação com o Ministério Público do Rio de Janeiro, a PF apreendeu os veículos — entre eles um Volvo e uma Mercedes, além de documentos relacionados "às suas empreitadas criminosas e dinheiro". As contas ligadas ao empresário também foram bloqueadas.

Além da apreensão, foi determinado bloqueio de todas as contas vinculadas ao empresário - Divulgação/Polícia Federal - Divulgação/Polícia Federal
Além da apreensão, foi determinado bloqueio de todas as contas vinculadas ao empresário
Imagem: Divulgação/Polícia Federal

Gabriel José Maggio Afonso, sua mulher, Natasha Nunes Fernandes, e o policial militar Fábio Jansen dos Santos foram assassinados a tiros. O empresário teria visitado a casa noturna a lazer.

Segundo a Polícia Federal, ele era investigado por organização criminosa, lavagem de dinheiro, crime contra a economia popular e porte ilegal de arma de fogo.

O mandado foi cumprido em três endereços diferentes no Recreio dos Bandeirantes, sendo uma residência, em condomínio de luxo, e outros dois, em prédios comerciais. Além de um galpão, em Olaria, na zona norte do Rio.

A polícia também informou que um homem de 63 anos foi preso em flagrante durante a operação. O suspeito estava com a posse irregular de três armas de fogo.

Caso

Os disparos contra o empresário aconteceram na saída de uma casa noturna. Gabriel foi encontrado já sem vida pela equipe da Polícia Militar, já Natasha e Fábio chegaram a ser socorridos e levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas não resistiram aos ferimentos.

Segundo a investigação, o policial militar estaria trabalhando como segurança particular do casal. Os disparos saíram de um Voyage branco.

A PM instaurou um IPM (Inquérito Policial Militar) para apurar os fatos. Já a investigação na Polícia Civil está a cargo da DHC (Delegacia de Homicídios da Capital). Uma perícia foi realizada no local do crime, na rua Guilherme de Almeida.

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