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Empatados, Marília Arraes e João Campos buscam eleitor indeciso no Recife

Carlos Madeiro

Colaboração para o UOL, no Recife

28/11/2020 19h29

O último dia de campanha no Recife dos candidatos João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT) foi de encontros, carreatas e agradecimentos dos candidatos. Eles buscaram o eleitor indeciso na reta final da campanha. Segundo pesquisa do Datafolha divulgada hoje, a cidade está literalmente dividida: 50% votos válidos para Marília, 50% para João Campos.

Pelas ruas cidades, militantes dos dois candidatos se dividem pelas ruas com bandeiras e oferecendo adesivos e panfletos em quase todos os semáforos da cidade.

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Marília Arraes (PT) participou de carreata no último dia de campanha no Recife
Imagem: Divulgação

Pela manhã, Marília Arraes teve um encontro com lideranças religiosas em Brasília Teimosa. Á tarde, encerrou sua campanha no bairro de Afogados, na zona oeste do Recife. Ela conversou com eleitores e fez uma carreata e, ao fim, agradeceu o apoio dos eleitores.

"Quero agradecer demais toda essa luta. Não tem sido uma campanha fácil, mas está claro que o povo do Recife acredita nas nossas ideias. O Recife está a tomado de vermelho. O Recife irá escrever uma nova história a partir de amanhã", disse.

Já João Campos fez um "tour' com carreatas em bairros da zona norte pela manhã e na zona sul à tarde e também falou em tom de agradecimento.

"Chegamos hoje ao último dia de campanha eleitoral com a certeza que fizemos o bom debate pela cidade. Apresentamos propostas, conversamos com as pessoas e percorremos cada lugar do Recife com responsabilidade nas palavras", afirmou.

joão campos - Divulgação - Divulgação
João Campos (PSB) se encontrou com eleitores no último dia de campanha no Recife
Imagem: Divulgação

Troca de acusações no debate

Ontem, os candidatos fizeram um último debate quente na TV Globo Nordeste, com troca acusações sobre corrupção. O tema, por sinal, foi uma marca da campanha no Recife no segundo turno.

Na reta final, João Campos focou em ataques relacionados a um processo que Marília responde por suspeita de manter funcionários fantasmas em seu gabinete quando era vereadora. Já a petista se defendeu dizendo que já foi absolvida em investigação similar.

Marília, por sua vez, lembrou das operações da Polícia Federal que a prefeitura foi alvo este ano durante investigação de mau uso do recurso público para combate à pandemia. Campos reclamou da postura da adversária, alegando que o candidato era ele, não o prefeito Geraldo Júlio (PSB).

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