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Devastador, furacão Irma deixou rastro de destruição e mortes onde passou

Do UOL, em São Paulo

10/09/2017 11h07

O furacão Irma, que atingiu, neste domingo (10), os Estados Unidos, surgiu no final de agosto na costa africana, mas começou a causar estragos na última quarta (6), quando chegou à ilha de Barbuda, na região do Caribe. Relembre o trajeto do Irma sobre o Caribe até chegar à Flórida.

  • Barbuda

Classificado como furacão de categoria 5, na ocasião, pelo NHC (sigla em inglês para Centro Nacional de Furacões), o Irma atingiu a ilha de Barbuda na quarta-feira com ventos que alcançaram os 295 km/h, deixando um morto.

8.set.2017 - Casa é totalmente destruída com a passagem do furacão Irma pela ilha Barbuda - 8.set.2017 - Anika E. Kentish/AP - 8.set.2017 - Anika E. Kentish/AP
Casa é totalmente destruída com a passagem do furacão Irma pela ilha Barbuda
Imagem: 8.set.2017 - Anika E. Kentish/AP

  • São Bartolomeu, São Martinho e Anguilla

Na sequência, seguindo rumo ao noroeste, o furacão, com ventos de até 360 km/h, varreu as ilhas de São Bartolomeu, São Martinho e Anguilla. Ao menos treze pessoas morreram na região, que ficou devastada. A ilha de São Martinho estaria 95% destruída, segundo o governo local.

8.set.2017 - Passagem do furacão Irma pela ilha franco-holandesa São Martinho danificou casas, carros e árvores. A região foi uma das mais afetadas pelo fenômeno - 8.set.2017 - Lionel Chamoiseau/AFP - 8.set.2017 - Lionel Chamoiseau/AFP
Passagem do furacão por São Martinho danificou casas, carros e árvores
Imagem: 8.set.2017 - Lionel Chamoiseau/AFP

  • Ilhas Virgens americanas

O furacão, indo a oeste, acabou atingido as Ilhas Virgens americanas. Ao menos quatro pessoas morreram em função do Irma.

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Casas ficam destruídas em Saint Thomas, nas Ilhas Virgens Americanas
Imagem: 8.set.2017 - Ian Brown/AP

  • Porto Rico

Na quarta-feira à noite, Porto Rico, que fica próximo às Ilhas Virgens americanas, viu o Irma chegar com ventos de cerca de 295 km/h. O furacão provocou cortes no fornecimento de energia elétrica e fortes chuvas. Ao menos duas pessoas perderam a vida.

8.set.2017 - Homens observam danos provocados em residência após a passagem do furacão Irma pela ilha de Culebra, em Porto Rico - 8.set.2017 - Carlos Giusti/AP - 8.set.2017 - Carlos Giusti/AP
Homens observam danos em residência após a passagem do furacão em Porto Rico
Imagem: 8.set.2017 - Carlos Giusti/AP

  • República Dominicana e Haiti

Na mesma região, o Irma chegou à República Dominicana e ao Haiti na quinta-feira (7). Ao menos 19 mil dominicanos tiveram que deixar suas casas. Autoridades da República Dominicana também cortaram o fornecimento de eletricidade em muitas zonas de maneira preventiva.

No país vizinho, Haiti, o Irma causou inundações e deixou feridos na região nordeste. Como ele passou um pouco mais ao norte do que o previsto, o impacto no Haiti foi menor do que o esperado.

8.set.2017 - Barcos vão parar em rua após a passagem do furacão Irma em Puerto Plata, na República Dominicana - Ricardo Rojas/Reuters - Ricardo Rojas/Reuters
Barcos vão parar em rua após a passagem do Irma na República Dominicana
Imagem: Ricardo Rojas/Reuters

  • Bahamas e Cuba

Na sexta-feira (8), o furacão seguiu a noroeste, passando entre Cuba e Bahamas. Os cubanos sentiram mais os efeitos do Irma no sábado (9), quando ele atingiu o arquipélago de Camagüey, situado no norte da Ilha, com ventos de 260 km/h. Ondas de até sete metros foram registradas e a região de Havana foi colocada em alerta.

Mais de 1 milhão de pessoas deixaram suas casas em zonas vulneráveis do país.

Olho do furacão Irma é captado em Cuba

AFP
  • Estados Unidos

Neste domingo (10), o Irma, na categoria 4, chegou ao sul do estado americano da Flórida com ventos de cerca de 215 km/h. No total, as autoridades americanas ordenaram que 6,3 milhões de pessoas deixassem as suas casas na Flórida. Mais de um milhão já haviam recebido uma ordem de evacuação obrigatória.

Ao menos três pessoas morreram na região até a manhã deste domingo. Na sequência, o Irma deve atingir os Estados da Geórgia e da Carolina do Sul. Autoridades norte-americanas estimam que o furacão tenha um impacto "devastador".

(Com AFP)
 

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