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Família de bebê que morreu ao cair de navio processa cruzeiro por incidente

O navio Crystal Serenity, da Crystal Cruises, comporta 980 passageiros - Divulgação/Crystal Cruises
O navio Crystal Serenity, da Crystal Cruises, comporta 980 passageiros Imagem: Divulgação/Crystal Cruises

Do UOL, em São Paulo

11/12/2019 15h11

A companhia Royal Caribbean Cruises, responsável por viagens em cruzeiros, é alvo de um processo movido pela família de uma criança que morreu em janeiro após cair do 11º andar de um dos navios. Os pais da garotinha, de apenas 18 meses, afirmam que a empresa é responsável pelo acidente, que ocorreu em Porto Rico.

Chloe Wiegand brincava na área de recreação infantil acompanhada do avô quando teria pedido para se aproximar da janela, que ia do chão até o teto.

Na versão apresentada pelo advogado da família, Michael Winkleman, o avô a levou por acreditar que ali havia uma vidraça fechada. No entanto, ao chegar na área, a criança escapou de suas mãos e caiu.

O advogado alega que havia um suporte de madeira em frente às janelas, bloqueando a visão do avô, que não conseguiu perceber se a janela estava ou não fechada. A criança teria pedido para brincar com a janela batendo nos vidros, algo que seria acostumada a fazer enquanto assistia jogos de hockey do irmão.

"Isso não é um acidente inesperado", disse Winkleman à NBC News. "Era um acidente previsível".

"Essas janelas não estão de acordo com o padrão apresentado em outros cruzeiros", acrescentou.

Procurada pela emissora norte-americana, a Royal Caribbean Cruises não comentou o episódio.

A família da criança abriu o processo em Miami alegando que a companhia falhou em "prover áreas de recreação seguras para crianças", além de não ter sinalizado janelas que já estivessem abertas.

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