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Inglês é condenado a 18 meses de prisão e 3 chibatadas por molestar menina

O acusado foi condenado ontem em Singapura - iStock
O acusado foi condenado ontem em Singapura Imagem: iStock

Colaboração para o UOL, em São Paulo

04/03/2021 12h02

Um britânico que molestou uma menina de três anos enquanto trabalhava como professor em um centro de linguagens em Singapura, foi sentenciado, ontem, a 18 meses de prisão, além de três chibatadas, conforme previsto na lei do país asiático.

Richard Christopher Monks, hoje com 29 anos, foi condenado após declarar-se culpado do crime cometido em outubro de 2018. Não obstante a confissão, o professor teria sido flagrado levantando o vestido da criança e tocando-a durante 15 minutos, pelas câmeras de segurança da sala de aula.

Os pais da menina suspeitaram do abuso, quando ela passou a não querer mais ir às aulas. Então, uma semana após o ocorrido a garota disse que o "professor Richard" havia tocado nela, fazendo com que sua mãe entrasse em contato com a polícia.

As autoridades logo exigiram as gravações das câmeras da sala de aula, nas quais perceberam que Richard mexeu nas cadeiras da sala para se posicionar em um ponto cego das câmeras, enquanto molestava a menina.

Foi relatado ao jornal The Straits Times que havia seis crianças presentes na sala de aula, com a vítima sendo a mais nova delas. Os outros alunos tinham entre quatro e cinco anos.

Richard foi preso no dia 1 de novembro de 2018 após retornar a Singapura depois de uma visita à Tailândia. Ele originalmente negou ter molestado a garota à polícia, mas, com o desenrolar do caso, assumiu-se culpado.

O advogado do professor revelou que o acusado pediu desculpas a vítima e família dela. Ele também declarou que Richard cometeu o crime por conta do "estresse e ansiedade relacionados ao trabalho".

Richard já começou a cumprir a sua sentença de prisão. Em Singapura, o criminoso pode ser preso por até cinco anos se for considerado culpado de abusar de uma criança. O código penal do país também prevê punição de até 24 chibatadas para pessoas condenadas por assédio sexual ou estupro.

O jornal divulgou uma foto do condenado por molestar a criança:

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