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Turistas atacam funcionária que pediu comprovante de vacinação em Nova York

Confusão começou após funcionária pedir comprovante de vacinação - Reprodução/New York Post
Confusão começou após funcionária pedir comprovante de vacinação Imagem: Reprodução/New York Post

Colaboração para o UOL

17/09/2021 21h53Atualizada em 17/09/2021 21h53

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que três mulheres atacam a recepcionista do restaurante Carmine's, em Nova York (EUA), após ela solicitar seus comprovantes de vacinação contra a covid-19.

As imagens mostram a briga generalizada logo na entrada do local, com flagrante de tapas e socos. Algumas pessoas param e tentam apartar a confusão.

Um homem agarra uma das agressoras, ergue-a do chão e a retira de perto da pancadaria. De acordo com informações do New York Post, as três clientes seriam do Texas.

Depois que a briga esfriou, uma mulher que se identificou como gerente do estabelecimento acompanhou as outras duas até a calçada. "Ela precisa ser demitida", disse uma das envolvidas na briga, apontando para a recepcionista, conforme reporta a NBC.

A vítima teria 24 anos e disse aos policiais que estaria com vários hematomas e um colar teria sido quebrado. O incidente ocorreu por volta das 17h de ontem, em horário local.

De acordo com o New York Post, o incidente aconteceu após uma discussão sobre a legitimidade dos registros de vacinação das mulheres. A cidade exige que pessoas com 12 anos ou mais apresentem o comprovante da vacina para entrar em restaurantes.

Os policiais contaram ao jornal que as três agressoras foram identificadas como Sally Rechelle Lewis, 49, Kaeita Nkeenge Rankin, 44, e Tyonnie Keshay Ranking, 21. Elas foram indiciadas por agressão e dano criminoso, mas liberadas sem pagamento de fiança.

Em nota oficial, o restaurante lamentou o ocorrido. "É uma situação trágica quando um de nossos funcionários é agredido por fazer seu trabalho".

A exigência de vacinação para refeições em ambientes fechados entrou em vigor em 17 de agosto e a fiscalização, que inclui multa de até 1.000 dólares pela primeira infração, começou na última segunda-feira (13).

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