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Guerra da Rússia-Ucrânia

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Rússia demite comandantes que falham na guerra na Ucrânia, diz Reino Unido

O governo russo, de acordo com Reino Unido, tem suspenso comandantes militares - Reprodução
O governo russo, de acordo com Reino Unido, tem suspenso comandantes militares Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

20/05/2022 11h17

O o setor de inteligência do Ministério da Defesa do Reino Unido afirmou ontem que o governo russo tem demitido e suspendido generais e comandantes militares que não conseguem cumprir os objetivos militares na guerra na Ucrânia. A informação foi divulgada pelo órgão britânico em suas redes sociais..

"Nas últimas semanas, a Rússia tem demitido comandantes seniores que, consideravelmente, tiveram desempenhos insuficientes nas etapas de abertura de sua invasão da Ucrânia", escreve o Ministério da Defesa inglês.

De acordo com a inteligência militar do Reino Unido, o comandante da tropa de elite do 1º Exército de Tanques da Guarda da Rússia, o tenente general Serhiy Kisel, foi suspenso por não conseguir capturar o município ucraniano de Kharkiv. Além dele, Igor Osipov, comandante da Frota do Mar Negro, também recebeu punição de afastamento em razão do naufrágio do cruzador de mísseis Moskva.

O órgão do Reino Unido também diz que o Chefe do Estado-Maior Geral, Valeriy Gerasimov, está em uma situação "obscura", em relação à confiança do presidente russo Vladimir Putin.

"Chefe Russo do Estado-Maior Geral, Valeriy Gerasimov, provavelmente mantém-se no cargo, mas é obscuro se ele ainda retém a confiança do Presidente Putin", afirmam.

A situação ainda é tensa em Kharkiv

Mesmo sem dominação russa, a cidade de Kharkiv, a segunda maior da Ucrânia, ainda é um ponto de batalha durante o conflito - com a Ucrânia afirmando que conseguiu reconquistar parte da fronteira russa com a cidade, recentemente, nessa segunda-feira.

"Estamos orgulhosos dos nossos soldados que restauraram o símbolo da fronteira. Agradecemos a todos que, arriscando suas vidas, estão libertando a Ucrânia dos invasores russos", escreveu no Telegram o governador da região de Kharkiv, Oleg Sinegubov.

*Com informações da AFP